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Poテァos de Caldas passa a contar com sistema integrado de transporte

9, marテァo, 2010

PorツALEX SILVA -ツalexrotas@gmail.com

Poテァos de Caldas, MG, 06/03/10 窶 A partir de hoje (6), a populaテァテ」o de Poテァos passarテ。 a contar com o novo sistema de transporte coletivo, o Sistema Integrado Grande Amigo (Siga). Elaborado pela Auto Omnibus Circullare, o projeto テゥ o resultado de nove anos de estudos e um investimento na ordem de R$ 35 milhテオes e pretende levar aos poテァos-caldenses mais conforto, economia e novas opテァテオes de deslocamento atravテゥs do transporte coletivo.

Para o funcionamento do Siga foram construテュdas trテェs estaテァテオes de integraテァテ」o nas zonas leste (Alexandre de Araテコjo Bastos), oeste (Ilda e Flテ。vio de Araテコjo Canテァado) e sul (Benedito Cyrillo de Oliveira), alテゥm da central, somando um investimento da empresa de cerca de 5 milhテオes na construテァテ」o deles.

Para que o sistema funcione de forma テ。gil foram criados sete tipos de linhas – alimentadora (R$ 1), troncal (R$ 2), radial (R$ 2), perimetral (R$ 2), noturna (R$2), suburbana (R$ 3) e fazenda (R$ 4), que integram os passageiros em todos os bairros de Poテァos.

A expectativa da empresa テゥ que diariamente cada estaテァテ」o receba cerca de 10 a 12 mil passageiros. Com o novo sistema Poテァos passarテ。 a contar com 55 linhas, sendo 25 na テ。rea central, 14 na regiテ」o leste, 11 na oeste e 13 na zona sul.Alテゥm de oferecer mais opテァテオes de linhas aos usuテ。rios, o Siga tambテゥm trarテ。 uma maior frequテェncia de テエnibus nos bairros. As linhas que sテ」o de hora em hora passam para cada 40 minutos, as de 40 minutos serテ」o de meia e meia hora, diminuindo sucessivamente o tempo de intervalo e tendo mais opテァテオes de horテ。rio nos bairros. Chegando テ estaテァテ」o da regiテ」o haverテ。 o baldeamento com a troncal, com intervalo de cindo minutos e em horテ。rio de pico saテュda a cada dois minutos, de acordo com a demanda de passageiros. Com isso a Circullare acredita que o tempo de deslocamento serテ。 o mesmo do sistema antigo.

Outra grande expectativa テゥ a diminuiテァテ」o do nテコmero de テエnibus nas ruas centrais da cidade, que no horテ。rio de pico chega a ter mais de 100 veテュculos trafegando. Com o Siga esse nテコmero tende a cair pela metade, aliviando um pouco o trテ。fego.

O Siga serテ。 o modo mais econテエmico para o passageiro que pretende se deslocar utilizando o transporte coletivo. Mas para que seja beneficiado ele terテ。 que ter o cartテ」o amigo para promover o barateamento no deslocamento, se for pagar em dinheiro vai gastar o valor que a linha oferece. O que vai permitir o desconto e a identificaテァテ」o da pessoa que jテ。 utilizou o outro テエnibus テゥ o cartテ」o, que possui um chip eletrテエnico. Todas essas informaテァテオes da movimentaテァテ」o ficam gravadas nele.

Para adquirir o Cartテ」o Amigo o usuテ。rio tem que estar munido de documentos pessoais e comprovante de endereテァo. O atendimento estテ。 sendo feito na rua Santa Catarina, 79, centro, e na estaテァテ」o central. O cadastro tambテゥm poderテ。 ser disponibilizado atravテゥs da internet, no site www.amigocircullare.com.br ou pelo telefone (35) 3713 9009. Porテゥm o cartテ」o sテウ poderテ。 ser retirado na agテェncia.

Exemplos de Integraテァテ」o
Antes quem pretendia se deslocar do bairro Dom Bosco atテゥ o Cohab tem que embarcar na linha 503, no Dom Bosco, ir atテゥ o terminal do centro e lテ。 pegar a linha 101 para chegar no Cohab, totalizando um gasto de R$ 4. Com o Siga, a pessoa tem dois meios, ela pode embarcar na linha P21- Estaテァテ」o Vila Nova/Estaテァテ」o Sul, que passa pela avenida Coronel Virgilio Silva, descer na estaテァテ」o sul e lテ。 pegar a linha A111 para o Cohab, totalizando no final o custo de R$ 2.

Outro meio テゥ o passageiro embarcar na linha A224-Dom Bosco/Estaテァテ」o Vila Nova, ir atテゥ a estaテァテ」o da zona leste, pegar a linha troncal atテゥ o centro T20-Estaテァテ」o Vila Nova/Estaテァテ」o Central, na estaテァテ」o central embarcar na linha T10-Estaテァテ」o Central/Estaテァテ」o sul e de lテ。 embarcar na A111-Cohab, totalizando no final o custo de R$ 3.

Uma pessoa que pretendia ir do Estテ「ncia Sテ」o Josテゥ atテゥ a rodoviテ。ria tem duas opテァテオes. Embarca na linha 502-Ponte Preta/Ponte Coberta e vai atテゥ a rodoviテ。ria e gasta R$ 2 ou utiliza a linha 206-Estテ「ncia Sテ」o Josテゥ atテゥ o centro e de lテ。 pega a linha 311-Expresso Champagnat atテゥ a rodoviテ。ria, com um gasto de R$ 4 no final.

Hoje com o novo sistema o usuテ。rio embarcarテ。 na linha A-226 Estテ「ncia Sテ」o Josテゥ/Estaテァテ」o Vila Nova ou na A220 Ponte Coberta/Estaテァテ」o Vila Nova. De lテ。 utiliza a linha T32 Estaテァテ」o Vila Nova/Estaテァテ」o Vila Cruz, onde pegarテ。 a linha A331 Vila Togni/Estaテァテ」o Vila Cruz e desce na rodoviテ。ria. Outra opテァテ」o テゥ descer no centro e embarcar na linha R305 Expressinho Champagnat/Estaテァテ」o Central e descer na rodoviテ。ria, nas duas formas o custo final テゥ de R$ 3.

Em um テコltimo exemplo, o morador do bairro Sテ」o Josテゥ que pretende se deslocar atテゥ o bairro Sテ」o Joテ」o gasta R$ 4, utilizando as linhas 106 e depois a 201. Com o Siga ele gastarテ。 R$ 3, embarcando na linha R106 Sテ」o Josテゥ/Fosco Pardini/Estaテァテ」o Central e do centro utiliza a R203 Santa Emテュlia/Jd. Sテ」o Paulo/Estaテァテ」o Central.

Siga 窶 Novas Linhas

Alimentadoras
Regiテ」o central 窶 Linha que circula na テ。rea central

  • A001 – Circular Centro/Estaテァテ」o Central

Regiテ」o sul – Linhas que ligam bairros da regiテ」o sul a estaテァテ」o Saturnino de Brito

  • A111 – Conj. Habitacional / Estaテァテ」o Sul
  • A112 – Jardim Kennedy / Estaテァテ」o Sul
  • A113 – Sテ」o Sebastiテ」o / Estaテァテ」o Sul
  • A114 – Jd. Esperanテァa / Estaテァテ」o Sul
  • A115 – Sテ」o Bento / Unifenas / Estaテァテ」o Sul
  • A116 – Jd. Contorno / Jd. Paraテュso / Estaテァテ」o Sul
  • A118 – Parque das Naテァテオes / Estaテァテ」o Sul

Regiテ」o Leste 窶 Linhas que ligam bairros da regiテ」o leste a estaテァテ」o Vila Nova

  • A220 – Ponte Coberta / Estaテァテ」o Vila Nova
  • A221 – Jardim Regina / Monte Verde / Estaテァテ」o Vila Nova
  • A222 – Santa Clara / Jd. Philadelphia / Estaテァテ」o Vila Nova
  • A223 – Campos Elテュseos / Estaテァテ」o Vila Nova
  • A224 – Dom Bosco / Estaテァテ」o Vila Nova
  • A225 – Sta. Rosテ。lia / Pq. Primavera / Estaテァテ」o Vila Nova
  • A226 – Estテ「ncia Sテ」o Josテゥ / Estaテァテ」o Vila Nova
  • A227 – Jd. Itamaraty V / Chテ。cara P. Caldas / Estaテァテ」o Vila Nova
  • A229 – Parque Pinheiros / Estaテァテ」o Vila Nova

Regiテ」o Oeste – Linhas que ligam bairros da regiテ」o oeste a estaテァテ」o Vila Cruz

  • A331 – Vila Togni / Estaテァテ」o Vila Cruz
  • A332 – Jd. Country Club/Estaテァテ」o Vila Cruz
  • A333 – Vale das Antas / Estaテァテ」o Vila Cruz
  • A334 – Vila Rica / Estaテァテ」o Vila Cruz
  • A337 – Maria Imaculada / Estaテァテ」o Vila Cruz
  • A338 – Sテ」o Geraldo / Estaテァテ」o Vila Cruz
  • A339 – Jd. Novo Mundo / Jd. Europa / Estaテァテ」o Vila Cruz

Fazenda 窶 Linhas que ligam a テ。rea central as fazendas

  • F208 – Bairro Souza Lima / Estaテァテ」o Central
  • F306 – Integraテァテ」o Fazenda / Estaテァテ」o Central

Noturno 窶 Linhas que circulam pela cidade em perテュodo noturno

  • N11 – Corujテ」o Cohab
  • N23 – Corujテ」o P. Preta / P. Coberta

Perimetral 窶 Linha que liga a regiテ」o leste a sul pela rodovia do Contorno

  • P21 – Estaテァテ」o Sul / Estaテァテ」o Vila Nova

Radial Centro 窶 Linhas que saem dos bairros para a テ。rea central sem pararem nas estaテァテオes

  • R101 – Conjunto Habitacional / Estaテァテ」o Central
  • R104 – Jardim Esperanテァa / Estaテァテ」o Central
  • R105 – Jardim Quisisana / Estaテァテ」o Central
  • R106 – Sテ」o Josテゥ / Fosco Pardini / Estaテァテ」o Central
  • R201 – Jardim Del Rey / Caio Junqueira / Estaテァテ」o Central
  • R202 – Monjolinho / Jd. Sテ」o Paulo / Estaテァテ」o Central
  • R203 – Sta Emテュlia / Jd. Sテ」o Paulo / Estaテァテ」o Central
  • R204 – Jardim Azalテゥias / Estaテァテ」o Central
  • R205 – Nova Aurora / Dom Bosco / Estテァテ」o Central
  • R206 – Jardim Sテ」o Paulo / Estaテァテ」o Central
  • R209 – Parque Pinheiros / Estaテァテ」o Central
  • R301 – Santa Augusta / Estaテァテ」o Central
  • R302 – Complexo Sta Cruz / Jd. Planalto / Estaテァテ」o Central
  • R304 – Expressinho Santa テOgela / Estaテァテ」o Central
  • R305 – Expressinho Champagnat / Estaテァテ」o Central
  • R307 – Puc / Estaテァテ」o Central
  • R401 – Santana / Jd. Estados / Estaテァテ」o Central

Radial Oeste – Linhas que saem dos bairros da zona oeste para a estaテァテ」o Vila Cruz

  • R335 – Represa Bortolan / Estaテァテ」o Vila Cruz
  • R336 – Marco Divisテウrio / Estaテァテ」o Vila Cruz

Radial Leste – Linhas que saem dos bairros da zona leste para a estaテァテ」o Vila Nova

  • R228 – Carretテ」o / Morada dos Pテ。ssaros / Estaテァテ」o Vila Nova

Radial Sul – Linhas que saem dos bairros da zona sul para a estaテァテ」o Saturnino de Britto

  • R117 – Santuテ。rio Mテ」e Rainha / Estaテァテ」o Sul

Troncal 窶 Linhas que ligam as estaテァテオes de bairro e central uma a outra

  • T10 – Estaテァテ」o Central / Estaテァテ」o Sul
  • T20 – Estaテァテ」o Central / Estaテァテ」o Vila Nova
  • T30 – Estaテァテ」o Central / Estaテァテ」o Vila Cruz
  • T31 – Estaテァテ」o Vila Cruz / Estaテァテ」o Sul
  • T32 – Estaテァテ」o Vila Cruz / Estaテァテ」o Vila Nova

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Saiba diferenciar os modelos de carroceria Marcopolo Torino G4 e Torino LN

17, fevereiro, 2010

Pesquisa: Rodrigo da Silva
Redaテァテ」o: Tadeu Carnevalli

Marcopolo Torino LN

Marcopolo Torino LN

Marcopolo Torino G4

Marcopolo Torino G4

Este artigo oferece algumas dicas para facilitar a diferenciaテァテ」o entre dois modelos de carrocerias produzidos pela Marcopolo nas dテゥcadas de 80 e 90.

O modelo urbano Torino テゥ, desde seu lanテァamento em 1983, um grande sucesso da montadora gaテコcha e surgiu inspirado nas linhas do modelo urbano Marcopolo Veneza II, seu antecessor.

Entre a quarta e a quinta geraテァテ」o deste modelo de carroceria houve um modelo intermediテ。rio, denominado Torino LN, produzido entre 1989 e 1995, que foi criado com base no modelo da quarta geraテァテ」o (G4) mas jテ。 trouxe algumas das remodelaテァテオes que foram definitivamente incorporadas ao modelo da quinta geraテァテ」o (GV).

Enquanto o Torino G4 apresenta linhas que lembram o modelo Veneza II, o Torino LN tem visual mais moderno e pouco lembra os Veneza, estando muito mais prテウximo das linhas do Torino da quinta geraテァテ」o, o Torino GV.

Apesar das diferenテァas entre o Torino G4 e o Torino LN serem bastante evidentes, muitas vezes passam despercebidas e podem causar dテコvidas ao diferenciar os modelos. A seguir, levantamos alguns dos principais detalhes que permitem diferenciar os dois modelos de carrocerias.

Moldura dos Farテウis

Farテウis do Torino G4

Farテウis do Torino G4

Farテウis do Torino LN

Farテウis do Torino LN

A moldura, ou mテ。scara, dos farテウis テゥ a peテァa que envolve as lentes do conjunto テウptico dianteiro. No Torino G4, a mテ。scara acompanha o formato arredondado dos farテウis dianteiros, formando um cテュrculo perfeito. No Torino LN, apesar de as lentes dos farテウis serem redondas, a mテ。scara que as envolve nテ」o acompanha o mesmo formato, sendo bem mais quadrada do que aquela presente no modelo da quarta geraテァテ」o.

Itinerテ。rio

Itinerテ。rio do Torino G4

Itinerテ。rio do Torino G4

Itinerテ。rio do Torino LN

Itinerテ。rio do Torino LN

No Torino G4, o itinerテ。rio テゥ mais arredondado e no espaテァo em suas laterais sテ」o fixadas luzes de sinalizaテァテ」o em formato vertical que acompanha a altura da peテァa do itinerテ。rio. No Torino LN, o itinerテ。rio ocupa todo o espaテァo disponテュvel sobre o pテ。ra-brisa, nテ」o existindo luzes em suas laterais.

Janela do Motorista

Janela do Motorista no Torino G4

Janela do Motorista no Torino G4

Janela do Motorista no Torino LN

Janela do Motorista no Torino LN

No Torino G4 a janela do motorista tem formato quadrado, semelhante ao das demais janelas da lateral da carroceria. No Torino LN, o desenho da janela do motorista テゥ diferenciado em relaテァテ」o ao das demais janelas do veテュculo, contando com um recorte diferenciado em sua base.

Traseira

Traseira do Torino G4

Traseira do Torino G4

A traseira do Torino G4 テゥ semelhante テ do Veneza II, inclusive com lanternas que seguem o mesmo formato. A traseira do Torino LN jテ。 conta com as mesmas lanternas do Torino GV.

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Ciferal Dinossauro テゥ preservado por empresa de テエnibus paraibana

1, fevereiro, 2010
Ciferal Dinossauro da empresa Rogetur

Ciferal Dinossauro da empresa Rogetur

Em viagem pelo estado da Paraiba, o colecionador Josテゥ Marcos Cabral Filho flagrou na cidade de Cabedelo um veテュculo capaz de despertar uma grande nostalgia em qualquer admirador de テエnibus: um Ciferal Dinossauro.

Com chassi Mercedes-Benz O-355, o lendテ。rio テエnibus da Rogetur apresenta excelente conservaテァテ」o.

Com chassi Mercedes-Benz O-355, o lendテ。rio テエnibus da Rogetur apresenta excelente conservaテァテ」o.

Alテゥm de uma rara carroceria, o veテュculo da frota da Rogetur Turismo apresenta caracterテュsticas que o tornam ainda mais especial. Apesar de nテ」o aparentar, devido ao excelente estado de conservaテァテ」o em que se encontra, o テエnibus テゥ ano 1976 e apresenta caracterテュsticas bastante incomuns para seu tempo, como o chassi Mercedes-Benz O-355 6×2 (trucado), onde possivelmente o terceiro eixo foi adaptado.

A altura e imponテェncia da carroceria tambテゥm impressionam, visto que na テゥpoca de sua produテァテ」o havia a tendテェncia de carrocerias mais baixas.

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Busテウlogo: Saiba mais sobre a amplitude da divulgaテァテ」o do seu trabalho na Internet

31, janeiro, 2010

Com a colaboraテァテ」o de todos, o テ馬ibus Brasil se tornou um dos sites de transporte com maior volume de conteテコdo disponテュvel na Internet. Como conseqテシテェncia deste rテ。pido crescimento, o site tornou-se amplamente acessado nテ」o apenas por fテ」s de テエnibus, mas tambテゥm por usuテ。rios dos serviテァos das empresas, colaboradoresツ e empresテ。rios do setor. Jテ。 recebemos dezenas de e-mails de colaboradores e empresテ。rios dos transportes, em sua grande maioria, parabenizando e incentivando o trabalho realizado por nosso hobby.

Devemos nos conscientizar de que fotos e comentテ。rios publicados no site possuem ampla difusテ」o.

Devemos nos conscientizar de que fotos e comentテ。rios publicados no site possuem ampla difusテ」o.

Sendo assim, テゥ essencial que todos conscientizem-se da ampla difusテ」o que ocorre com tudo o que テゥ publicado no site, tanto na forma de fotografias como na forma de comentテ。rios e que テゥ da responsabilidade de todos que participam deste site zelar pela boa imagem do hobby junto aos mais diversos setores da sociedade. Para que isso ocorra, テゥ necessテ。rio que cada um vigie sua prテウpria conduta, tanto no mundo real quando no mundo virtual, ponderando seu comportamento a fim de respeitar a todos aqueles que fazem parte deste setor, sejam colegas de hobby, como colaboradores de empresas de テエnibus ou empresテ。rios.

Frequentemente encontramos comentテ。rios impulsivos escritos por fテ」s de テエnibus que, muitas vezes, esquecem-se que o テエnibus テゥ tambテゥm de onde milhares de pessoas tiram o pテ」o de cada dia e dependem deles para sobreviver. Quantos pais de famテュlia dependem do emprego de motorista para sustentar suas famテュlias? Quantos proprietテ。rios de pequenas empresas precisam que sua frota esteja constatemente em operaテァテ」o para pagar seus trabalhadores e manter suas empresas abertas?

Para leigos, lata velha. Para o busテウlogo, um respeitテ。vel CAIO Gabriela.

Para leigos, lata velha. Para o busテウlogo, um respeitテ。vel CAIO Gabriela.

テ evidente que devemos estar atentos テ forma como nos expressamos e procurar agir da maneira mais racional e menos impulsiva possテュvel. Muitas vezes, abrimos espaテァos テs nossas emoテァテオes e paixテオes e acabamos nos esquecendo de quem estテ。 do outro lado.

Trabalho do busテウlogo テゥ reconhecido quando este documenta o transporte ao invテゥs de criticテ。-lo.

Trabalho do busテウlogo テゥ reconhecido quando este documenta o transporte ao invテゥs de criticテ。-lo.

Sabemos que muitas vezes a realidade テゥ cruel. Vemos muitos テエnibus antigos, sem condiテァテオes de rodar ou rodando por empresas clandestinas. Todavia, quantos trabalhadores nテ」o dependem destes veテュculos e empresas para tirar seu sustento? Em qual condiテァテ」o estamos nテウs para julgar esta situaテァテ」o? O que nosso hobby ganha quando atacamos estas empresas e, indiretamente, aqueles que trabalham para elas? Nテ」o que devemos apoiar aqueles que operam irregularmente, contudo, em nosso paテュs hテ。 diversos テウrgテ」os criados pelo governo com o objetivo de fiscalizar o transporte. Hテ。 milhares de profissionais que trabalham para estes テウrgテ」os, com a missテ」o de fiscalizar e fazer cumprir as leis vigentes e, estes sim, devem tomar medidas cabテュveis para inibir aqueles que cometem irregularidades. O busテウlogo nテ」o deve assumir papel de fiscal, pois isso pode causar inseguranテァa e tornテ。-lo uma presenテァa indesejテ。vel em alguns ambientes propテュcios para seus registros.

Portanto, a partir deste momento, cobraremos uma postura mais responsテ。vel na publicaテァテ」o de fotografias e comentテ。rios, na certeza de que todos levarテ」o em consideraテァテ」o as idテゥias levantadas neste texto.

Trabalho de Equipe do テ馬ibus Brasil

A equipe da administraテァテ」o do テ馬ibus Brasil trabalha vテ。rias horas por dia na moderaテァテ」o e revisテ」o do site. Veja algumas das atividades realizadas:

  • Revisテ」o do Conteテコdo: Todos os dias, um membro da equipe do site realiza a revisテ」o de todo o conteテコdo fotogrテ。fico que foi enviado no dia anterior. A revisテ」o diテ。ria faz com que o revisor verifique cerca de 400 fotos ao dia, analisando se as fichas de cadastro estテ」o preenchidas corretamente, cadastrando novas empresas que ainda nテ」o estejam presentes no site e eliminando fotos que nテ」o estejam de acordo com os termos de uso e com a polテュtica de qualidade.
  • Moderaテァテ」o de Comentテ。rios: Moderadores frequentemente lテェem os テコltimos comentテ。rios e observam as テコltimas fotos postadas a fim de identificar conteテコdo imprテウprio e prontamente excluテュ-lo;
  • Monitoria do serviテァo: Constantemente テゥ feita a monitoria em tempo real da situaテァテ」o dos serviテァos do site, a fim de evitar que o site saia fora do ar ou que apresente problemas de instabilidade ou lentidテ」o.
  • Moderaテァテ」o de cadastros: A equipe do site busca reunir informaテァテオes sobre novos usuテ。rios que se cadastram antes de aprovar novos cadastros, a fim de impedir a entrada de usuテ。rios falsos ou que possuam antecedentes de problemas em outros sites ou listas de discussテ」o.
  • Atendimento: Esclarecimento de dテコvidas por e-mail e auxテュlio na resoluテァテ」o de problemas na utilizaテァテ」o do site.

Todo este trabalho テゥ realizado por nテ」o mais do que cinco pessoas que se dedicam ao hobby sem receber nada em troca, apenas a satisfaテァテ」o de contribuir para o crescimento e reconhecimento deste hobby tテ」o saudテ。vel e valoroso. Portanto, テゥ fundamental que todos os participantes do site tenham a consciテェncia do quテ」o importante テゥ a sua atuaテァテ」o consciente enquanto publica suas fotos e comentテ。rios.

Preenchimento da ficha de cadastro das fotos

O preenchimento da ficha com informaテァテオes sobre o veテュculo que estテ。 sendo exibido na foto テゥ de suprema importテ「ncia, uma vez que uma foto que テゥ publicada e nテ」o tem sua ficha preenchida corretamente jamais poderテ。 ser reencontrada em meio a tantas fotos que sテ」o submetidas ao site todos os dias. Uma foto perdida, sem identificaテァテ」o, em meio a tantas outras fotos perde o seu valor e torna-se um “peso morto”, uma vez que apenas faz volume em meio a tantas fotografias.

Uma foto com a ficha de cadastro corretamente preenchida auxilia na preservaテァテ」o da histテウria das frotas das empresas, uma vez que テゥ devidamente agrupada テs fotos da frota daquela empresa, alテゥm de permitir que sejam expandidos os テ。lbuns de carrocerias e chassis,ツ jテ。 que as fotos sテ」o automaticamente inseridas nos テ。lbuns de carrocerias e chassis correspondentes ao modelo mostrado. Portanto, uma foto com a ficha preenchida multiplica seu valor, ao estar inserida em diferentes contextos, sendo テコtil a quem procura tanto por carros da uma empresa de transportes, como tambテゥm a quem procura por fotos dos modelos de carroceria ou chassi do veテュculo que テゥ mostrado.

Apesar de trabalhoso, identificar a placa tambテゥm テゥ bastante importante. テ por meio dela que テゥ possテュvel saber onde estテ」o hoje os テエnibus que anos atrテ。s pertenceram a grandes empresas de transporte do paテュs. テ馬ibus que hoje estテ」o em empresas de grande porte futuramente serテ」o repassados a outras empresas e, com as placas cadastradas, テゥ possテュvel identificar com certeza a origem do veテュculo e inclusive visualizar fotos daquele テエnibus na テゥpoca em que esteve na empresa anterior.

Sendo assim, pedimos aos membros do site que levem em consideraテァテ」o a importテ「ncia da ficha de cadastro ao enviar suas fotos, prestando atenテァテ」o no seu preenchimento e fornecendo as informaテァテオes corretamente. Em caso de dテコvidas no preenchimento, publique a foto e nテ」o preencha a ficha com os dados que vocテェ nテ」o tem certeza. Deixe um comentテ。rio na foto com sua dテコvida e, apテウs receber uma resposta, atualize a ficha com os dados corretos.

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Atualizaテァテ」o dos Termos de Uso e Polテュtica de Qualidade do テ馬ibus Brasil

31, janeiro, 2010

Informamos a atualizaテァテ」o dos Termos de Uso e da Polテュtica de Qualidade para fotos publicadas no テ馬ibus Brasil.

Em resumo, as principais alteraテァテオes nos Termos de Uso foram:

  • Restriテァテオes para o envio de desenhos: Desenhos nテ」o mais serテ」o mantidos no site, em razテ」o da baixa qualidade que apresentam quando sテ」o redimensionados e publicados como se fossem fotos. O tamanho reduzido da imagem e o formato JPEG (utilizado para fotos, enquanto na maioria dos desenhos se utiliza formato GIF) contribuem para a perda de qualidade do material quando publicado no site. Enquanto nテ」o criamos um espaテァo dedicado aos desenhos, recomendamos a publicaテァテ」o de desenhos em sites que possuem espaテァos especializados para esta finalidade sem que a qualidade da publicaテァテ」o seja prejudicada.
  • Proibiテァテ」o do envio de fotomontagens de qualquer natureza: Foto montagens confudem visitantes desatentos e, pelo fato de se misturarem テs fotos convencionais, acabam causando confusテ」o pelos visitantes das galerias do site. Da mesma forma, montagens em que sテ」o reunidas vテ。rias fotos na mesma imagem tambテゥm nテ」o serテ」o mais permitidas, em virtude da perda da qualidade duranteツ a reduテァテ」o da imagem para publicaテァテ」o no site. Montagens explicativas, que visam explicar caracterテュsticas dos veテュculos, serテ」o permitidas desde que vinculadas a reportagens publicadas no site.
  • Restriテァテ」o ao envio de fotos de baixa relevテ「ncia: Fotos de baixa relevテ「ncia retratam detalhes dos veテュculos ou das empresas que nテ」o necessariamente serテ」o mantidos no site, em virtude do baixo interesse que despertam no pテコblico. Fotos de detalhes especテュficos dos veテュculos ou de brindes ou acessテウrios fornecidos por empresas podem ser publicadas, contudo, poderテ」o ser apagadas durante a revisテ」o do material (cerca de 24h apテウs a publicaテァテ」o);

Para o padrテ」o de qualidade das fotos publicadas no site, as modificaテァテオes foram:

  • Exigテェncia em relaテァテ」o ao recorte: Como as fotos publicadas no site possuem tamanho reduzido, テゥ essencial que o autor recorte a foto a fim de que o テエnibus ocupe a maior parte da fotografia. De agora em diante, nas revisテオes seremos mais exigentes em relaテァテ」o ao recorte, excluindo fotos em que o recorte foi neglicenciado e notificando usuテ。rios que nテ」o utilizam o recorte em suas fotografias. O recorte テゥ a principal ferramenta do site para beneficiar a qualidade fotogrテ。fica, uma vez que, tendo um maior espaテァo na foto dedicado ao テエnibus, mais detalhes do veテュculo estarテ」o visテュveis e a foto se tornarテ。 mais atrativa.
  • Proibiテァテ」o de fotos em baixa resoluテァテ」o: Fotos enviadas para o site em que haja prejuテュzo da qualidade em virtude da falta de resoluテァテ」o da imagem nテ」o serテ」o aceitas. テ comum a ocorrテェncia deste problema em fotos tiradas com cテ「meras de telefones celulares.
  • Proibiテァテ」o de fotos com reflexos e sombras tiradas por trテ。s de vidros: Fotos tiradas por trテ。s de vidros podem apresentar reflexos e sombras que contribuem para a perda da qualidade do material. Este problema geralmente ocorre em fotos tiradas pelo fotテウgrafo quando este se encontra dentro de um automテウvel, tirando fotos com os vidros fechados.

Vocテェ pode ler na テュntegra os Termos de Uso e a Polテュtica de Qualidade do テ馬ibus Brasil nos links abaixo.

Termos de Uso

Polテュtica de Qualidade

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Empresa de テエnibus deve disponibilizar vagas para idosos

30, janeiro, 2010

Por Adamo Bazani

A empresa Transbrasiliana Transportes e Turismo Ltda tem prazo de 60 dias para disponibilizar, nas linhas de transporte coletivo, duas vagas gratuitas, por veテュculo, para idosos que possuam renda igual ou inferior a dois salテ。rios-mテュnimos, e conceder desconto de 50%, no mテュnimo, sobre o valor das passagens para os idosos que excederem as vagas gratuitas e possuテュrem renda nas mesmas condiテァテオes dos anteriores. A Agテェncia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), por sua vez, deverテ。 fiscalizar a empresa e penalizar, se necessテ。rio, por descumprimento ao artigo 40 da Lei n. 10.741/2003, que prevテェ expressamente a concessテ」o de passagens a idosos.

A decisテ」o liminar (12/1) テゥ da juテュza federal Maria Lテコcia Lencastre Ursaia, da 3ツェ Vara Cテュvel Federal em Sテ」o Paulo, em aテァテ」o civil pテコblica proposta pelo Ministテゥrio Pテコblico Federal (MPF) em face da Transbrasiliana Transportes e Turismo Ltda. e da ANTT.

Segundo o MPF, a Transbrasiliana jテ。 foi autuada 101 vezes por descumprimento ao Estatuto do Idoso e a ANTT tem sido omissa em fiscalizar e penalizar de forma eficiente essa empresa de transporte interestadual permissionテ。ria do poder pテコblico federal.

Para a juテュza, o pedido do MPF テゥ legテュtimo. Ela esclarece que a Constituiテァテ」o Federal (art.230) prevテェ que a famテュlia, a sociedade e o Estado tテェm o dever de amparar as pessoas idosas, portanto o direito ao transporte coletivo gratuito ou com desconto no preテァo da passagem テゥ um direito fundamental social. Assim, o Estatuto do Idoso (Lei n. 10.741/2003) estendeu direitos jテ。 previstos na Constituiテァテ」o ao estabelecer 窶彙enefテュcio tarifテ。rio窶 aos idosos (art.40).

Maria Lテコcia destaca o significado desse benefテュcio e sua aplicabilidade imediata atravテゥs de decisテ」o do Supremo Tribunal Federal (STF/ADI 3768/DF), na qual se diz 窶…a gratuidade do transporte coletivo representa uma condiテァテ」o mテュnima de mobilidade, a favorecer a participaテァテ」o dos idosos na comunidade, assim como viabiliza a concretizaテァテ」o de sua dignidade e de seu bem-estar, nテ」o se compadece com condicionamento posto pelo princテュpio da reserva do possテュvel窶.

Quanto テ ANTT, como agテェncia reguladora, a qual compete fiscalizar e penalizar as infraテァテオes ao transporte interestadual e internacional de passageiro (art.26, VI, Lei n. 10233/01), determinou que fiscalize e penalize a Transbrasiliana em caso de descumprimento da liminar. A juテュza assinala, por fim, que a liminar tem validade em todo o Estado de Sテ」o Paulo(DAS)

ACP n. 2009.61.00.023133-6, veja a テュntegra desta decisテ」o no site www.jfsp.jus.br

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テ馬ibus Brasil completa 1 ano superando expectativas e agradece a todos que contribuiram com nosso crescimento

28, janeiro, 2010

Site completa um ano no ar no dia 28 de Janeiro de 2010.

O テ馬ibus Brasil estテ。 em festa: completamos um ano no ar neste dia 28 de janeiro e agradecemos a todos os membros que contribuテュram produtivamente com suas fotos e comentテ。rios neste ano que se passou. Acreditamos que o site jテ。 iniciou cumprindo a sua missテ」o, que テゥ fornecer um espaテァo saudテ。vel para a divulgaテァテ」o do trabalho de colecionadores de fotos e materiais sobre テエnibus de todo o paテュs, assim como divulgar os serviテァos prestados por empresas de テエnibus, de forma a permitir que clientes conheテァam melhor as empresas, suas frotas e serviテァos prestados, e encontrem informaテァテオes sobre como se comunicar com elas.

Agradecemos a todos aqueles que colaboram tambテゥm com a administraテァテ」o do site, doando parte de seu tempo para a revisテ」o e moderaテァテ」o do conteテコdo que テゥ publicado.

Esperamos crescer ainda mais daqui para frente, sempre com o objetivo de oferecer um ambiente melhor e com mais recursos para todos que acessam e participam do テ馬ibus Brasil!

Um abraテァo a todos.

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ESPECIAL Sテ」o Paulo: 456 anos. Fatos importantes e uma reflexテ」o sobre a histテウria dos transportes por テエnibus na cidade – Parte 2

9, janeiro, 2010

Adamo Bazani

INAUGURAテテグ DE LINHAS:

Nos anos 50, a CMTC, totalmente estruturada e forte chama a atenテァテ」o pelo volume de compra de テエnibus, para atender a demanda crescente de passageiros. Vale lembrar que foi nos anos 50 o grande inテュcio do crescimento industrial brasileiro. A cidade de Sテ」o Paulo e os municテュpios vizinhos, jテ。 pela estrutura de vias e transportes, que facilitavam o escoamento da produテァテ」o e os deslocamentos dos trabalhadores, atraテュam mais investimentos industriais, e mais pessoas de todo o Paテュs vinham para Sテ」o Paulo. Nesta テゥpoca, se deu o surgimento de outros novos bairros, muitos de periferia, pois havia uma mテ」o de obra com pouca qualificaテァテ」o, com menor renda, mas que tambテゥm era atraテュda pela indテコstria e pela construテァテ」o civil. Essa massa de trabalhadores ocupa regiテオes mais afastadas do centro de Sテ」o Paulo. テ uma nova onda de crescimento acelerado de Sテ」o Paulo vivenciava, sテウ que numa intensidade bem maior que nos anos 20/30, com jテ。 vimos. Novamente os trilhos dos trens e dos bondes nテ」o conseguiram acompanhar este ritmo e foi a flexibilidade dos テエnibus que mais uma vez tentou suprir esta demanda, テs vezes de maneira satisfatテウria, outras vezes nem tanto.

Mas com mais passageiros, duas coisas eram necessテ。rias: mais テエnibus e mais linhas. Os lotes de compra da CMTC eram de deixar qualquer fabricante satisfeitos. Para se ter uma idテゥia, de uma sテウ vez, a Companhia Municipal de Transportes Coletivos comprou em 1950 dos Estados Unidos, 200 テエnibus Twin Coach.

As linhas tinham de ser mais planejadas. Nテ」o bastava ligar um bairro a outro. Era necessテ。rio estudar a cidade. As demandas de passageiros, o trテ「nsito e as テ。reas de concentraテァテ」o residencial e industrial e traテァar a cidade.

No dia 27 de janeiro de 1959 テゥ criada a primeira linha Diametral de Sテ」o Paulo, ligando Belテゥm a Pinheiros. A experiテェncia de traテァar itinerテ。rios diametrais deu certo. O trajeto correspondia テ demanda exigia e com uma sテウ linha se substituiria outras pequenas ligaテァテオes que, em alguns pontos e horテ。rios eram ociosas jテ。 em outros, insuficientes. No dia 20 de fevereiro de 1959, foram criadas outras linhas deste tipo, como a do Paraテュso para Casa Verde.

Antes porテゥm outras linhas importantes, sem o conceito diametral foram inauguradas em Sテ」o Paulo pela CMTC. Uma das mais importantes foi a Penha / Lapa, que comeテァou as operaテァテオes em 1953. No ano de 1978 deixou de operar, mas por exigテェncia dos passageiros retorna em 1979 e em 1983, segundo levantamento da CMTC, se tornou a linha mais movimentada da cidade. No dia 4 de setembro de 1957 nascia outra linha de grande importテ「ncia, a Pedreira 窶 Anhangabaテコ.

OS EMPRESテヽIOS QUEREM VOLTAR AO SISTEMA:

Se por um lado representava custos para o poder pテコblico, a nova formulaテァテ」o dos transportes coletivos despertou interesse dos empresテ。rios de テエnibus, que a partir dos anos 60, motivados pelas facilidades geradas pelo crescimento da indテコstria automobilテュstica, comeテァaram a se organizar para voltarem ao sistema de linhas centrais, operados em sua maioria pela CMTC apテウs sua criaテァテ」o em 1946.

As empresas comeテァaram a pressionar o poder pテコblico para criarem novas linhas ou encamparem os rentテ。veis trajetos da CMTC. Elas se associaram em sindicatos, os empresテ。rios usavam o poder econテエmico e no meio dos anos 60, houve uma inversテ」o de papテゥis. Se na dテゥcada de 50, a CMTC foi responsテ。vel por 90 por cento dos transportes pテコblicos, nos anos de 1960, ela sテウ correspondia a 20 por cento, segundo anテ。lises das relaテァテオes de linhas e empresas da テゥpoca. Os outros 80 por cento jテ。 estavam nas mテ」os de empresテ。rios particulares. A cidade foi loteada no quesito transporte. Diferentemente dos anos 20 e 30, em que os donos de テエnibus de テエnibus disputavam mesmos trajetos, nos anos 60, eles se dividiram em テ。reas. As melhores ficavam com os maiores. Assim, surgiam empresas poderosas principalmente nas zonas Sul, Leste e Norte da Capital Paulista.

Com o crescimento das empresas de テエnibus e problemas financeiros da CMTC, os bondes comeテァavam a ficar em segundo plano. Atテゥ que o sistema de bondes foi desativado em 1968. No dia 28 de marテァo, terminava a linha 101, que ia do centro da cidade para Santo Amaro.

Nos anos 70, as empresas particulares de テエnibus ganhavam mais participaテァテ」o ainda. A CMTC, que nos anos 50 tinha 90 por cento dos transportes, nos anos 60 caiu para 20 por cento, sテウ tinha em 1975, 14 por cento das linhas de テエnibus. Nesta dテゥcada, tambテゥm jテ。 estava criada a Secretaria Municipal de Transportes, que foi implementada em 1968, o que revela a importテ「ncia que o setor ganhava na cidade e na administraテァテ」o pテコblica. Sテ」o Paulo jテ。 nテ」o mais gerenciava linhas de jardineiras. O sistema era complexo e foi necessテ。ria a formaテァテ」o de uma pasta e de uma equipe para acompanhar a fase da evoluテァテ」o dos transportes em Sテ」o Paulo, registrada nos anos 70.

Neste テゥpoca tambテゥm, a CMTC, mesmo sendo empresa pテコblica renovou o contrato com a Prefeitura de Sテ」o Paulo e os empresテ。rios ganham mais um trunfo. A cidade foi dividida em 23 テ。reas de operaテァテ」o e a CMTC poderia contratar os serviテァos das empresas de テエnibus. Era o que o empresariado do setor de transportes queria. As linhas eram planejadas pela CMTC, seus custos de implementaテァテ」o eram bancados pela empresa de transportes pテコblicos, e os empresテ。rios apenas colocavam suas frotas e trabalhadores para explorarem as linhas, recebendo por isso.

A CMTC continuava sendo operadora, mas assumia um papel importante de gerenciadora do sistema de transportes pテコblicos nos anos 70.

O trテ「nsito e os transportes assumiam mais destaque na cidade de Sテ」o Paulo, com seus problemas, como congestionamentos e gerenciamento de linhas de テエnibus, e soluテァテオes, como abertura ou ampliaテァテ」o de vias importantes e com os テエnibus atendendo uma populaテァテ」o cada vez maior. Alテゥm da criaテァテ」o da Secretaria Municipal de Transportes, em 1968, テゥ a vez de se pensar num テウrgテ」o para gerenciar e controlar os problemas do trテ「nsito,, jテ。 intenso em Sテ」o Paulo. Em 1976 foi fundada a CET 窶 Companhia de Engenharia de Trテ。fego. O poder pテコblico, pela experiテェncia da desordem da expansテ」o das linhas de テエnibus entre 1930 e 1940, viu que, mesmo com o carテ。ter capitalista do sistema de テエnibus, com empresas privadas vendendo comercialmente um serviテァo pテコblico de deslocamento, o governo municipal tinha de ter テウrgテ」os para controlar um sistema, que nテ」o pode ser regido apenas pelo mercado.

No final dos anos 70, a CMTC assumia boa parte das inovaテァテオes tecnolテウgicas dos transportes por テエnibus em Sテ」o Paulo. Testou os テエnibus Padron, com padronizaテァテ」o de dimensテオes estipulada por テウrgテ」os tテゥcnicos federais e comeテァou a implantar o Sistran, que foi um programa, elaborado pelo prefeito Olavo Setテコbal, que comandou o executivo municipal entre os anos de 1975 a 1979. O objetivo era modernizar o sistema de trolebus na cidade de Sテ」o Paulo, que depois de algumas crises financeiras da CMTC e desinteresse de alguns governantes,apresentava sinais de deteriorizaテァテ」o. O Plano era muito bom. Previa renovaテァテ」o de rede aテゥrea, ampliaテァテ」o da malha de trolebus, criaテァテ」o de faixas exclusivas para os trolebus e renovaテァテ」o e reforma da frota, com a aplicaテァテ」o de novos conceitos nos trolebus, como equipamentos modernos que deixavam as viagens de trolebus mais acessテュveis para portadores de necessidades especiais e mais confortテ。veis, com suspensテオes mais modernas e sistemas de direテァテ」o que traziam mais comodidade para motoristas e usuテ。rios.

Trolebus Marcopolo Ansaldo, um dos veテュculos adotados pelo Sistran, no final dos anos 70. O Plano, comandado pelo entテ」o Prefeito Olavo Setテコbal tentava revitalizar o sistema de trolebus na cidade e ampliテ。-lo, mas foi abandonado por falta de interesse dos sucessores de Setテコbal

Trolebus Marcopolo Ansaldo, um dos veテュculos adotados pelo Sistran, no final dos anos 70. O Plano, comandado pelo entテ」o Prefeito Olavo Setテコbal tentava revitalizar o sistema de trolebus na cidade e ampliテ。-lo, mas foi abandonado por falta de interesse dos sucessores de Setテコbal

Olavo Setテコbal era um entusiasta dos trolebus, ainda mais frente aos altos custos do petrテウleo a partir dos anos 70. Sua intenテァテ」o era de, num primeiro momento, aumentar a rede de trolebus em Sテ」o Paulo de 115 quilテエmetros para 280 quilテエmetros, colocando no sistema 1280 テエnibus elテゥtricos.

Mas o Plano acabou fracassando por descontinuidade administrativa. Apenas foram feitos pequenos reparos no sistema jテ。 implantado e alguns veテュculos novos foram colocados em operaテァテ」o. O Sistran, que poderia ser uma テウtima alavancada para que Sテ」o Paulo tivesse uma rede de テエnibus de tecnologia limpa, como ocorre na Europa e Amテゥrica do Norte, acabou sendo abandonado.

Os anos 80 foram marcados na histテウria dos transportes da cidade de Sテ」o Paulo por altos e baixos. A テゥpoca era de inflaテァテ」o. As tarifas subiam mais que os salテ。rios, mas nテ」o o suficiente para cobrir os custos do sistema. Muitas empresas faliram e outras, com a queda da qualidade de serviテァo, sem, por exemplo, poderem renovar suas frotas, foram alvos de intervenテァテオes do poder pテコblico. Por conta disso, nesta テゥpoca, a participaテァテ」o da CMTC nas operaテァテオes aumentava. Mas isso custaria muito テ Companhia Municipal, que por vezes, assumia empresas e linhas deficitテ。rias e mal administradas, acumulando prejuテュzos.

Mas os anos 80 tambテゥm foram marcados por inovaテァテオes tecnolテウgicas, como os testes de テエnibus a Gテ。s Natural, a colocaテァテ」o de veテュculos monoblocos mais modernos e confortテ。veis e a criaテァテ」o de corredores e faixas exclusivas com maior テ。rea de atendimento.

A CMTC, com base nos problemas entre a relaテァテ」o jテ。 conturbada entre carros e テエnibus, que dividiam o mesmo espaテァo, elabora o PAI 窶 Programa de Aテァテ」o Imediata da Rede Metropolitana de Trolebus. Era uma tentativa de racionalizar e otimizar o sistema e reativar alguns dos pontos dos Sistran, que nテ」o foram colocados em prテ。tica pela descontinuidade administrativa. Entre os principais pontos do PAI, para aumentar a velocidade mテゥdia dos テエnibus, que vivam jテ。 prejudicados pelos congestionamentos, estava a construテァテ」o de corredores exclusivos e faixas prioritテ。rias.

Corredor de テエnibus 90 de julho. Os anos 80 e 90 foram marcados por vテ。rios planos e estudos para otimizar os transportes coletivos. O objetivo era diminuir a lotaテァテ」o e o tempo das viagens, jテ。 que os テエnibus ficavam presos entre os carros particulares no trテ「nsito. A implementaテァテ」o e a ampliaテァテ」o de corredores de テエnibus foram uma das principais medidasCorredor de テエnibus 90 de julho. Os anos 80 e 90 foram marcados por vテ。rios planos e estudos para otimizar os transportes coletivos. O objetivo era diminuir a lotaテァテ」o e o tempo das viagens, jテ。 que os テエnibus ficavam presos entre os carros particulares no trテ「nsito. A implementaテァテ」o e a ampliaテァテ」o de corredores de テエnibus foram uma das principais medidas

Corredor de テエnibus 90 de julho. Os anos 80 e 90 foram marcados por vテ。rios planos e estudos para otimizar os transportes coletivos. O objetivo era diminuir a lotaテァテ」o e o tempo das viagens, jテ。 que os テエnibus ficavam presos entre os carros particulares no trテ「nsito. A implementaテァテ」o e a ampliaテァテ」o de corredores de テエnibus foram uma das principais medidasCorredor de テエnibus 90 de julho. Os anos 80 e 90 foram marcados por vテ。rios planos e estudos para otimizar os transportes coletivos. O objetivo era diminuir a lotaテァテ」o e o tempo das viagens, jテ。 que os テエnibus ficavam presos entre os carros particulares no trテ「nsito. A implementaテァテ」o e a ampliaテァテ」o de corredores de テエnibus foram uma das principais medidas

Os primeiros corredores exclusivos para serem construテュdos, com uma nova concepテァテ」o de atendimento ao usuテ。rio, inclusive pensando na acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, fazendo plataformas na altura dos degraus dos テエnibus, foram as ligaテァテオes

- Santo Amaro – 9 de Julho
- Santo Amaro – Brigadeiro Luis Antonio
- Santo Amaro – Ibirapuera
- Rio Branco – Deputado Emテュlio Carlos

Tambテゥm estavam incluテュdos no projeto PAI, terminais de interligaテァテ」o de linhas ao longo destes corredores.

Entre 1983 e 1984, os estudos se concentraram para a construテァテ」o dos corredores Santo Amaro 窶 9 de julho e Rio Branco e Deputado Emテュlio Carlos. O principal objetivo dos trabalhos era criar condiテァテオes viテ。rias para a concretizaテァテ」o dos corredores. Ver o melhor tipo de asfalto ou concreto empregados e o traテァado dos corredores, bem como os pontos e a forma de acesso aos veテュculos foram as principais aテァテオes estudadas.

No ano de 1985, foram iniciadas os obras do corredor Santo Amaro 窶 Nove de Julho. O corredor Paes de barros tambテゥm estava sendo elaborado.

Mesmo ano que surgiu outro plano audacioso para melhorar o Sistema de Transportes Coletivos. O PMTC 窶 Plano Municipal de Transportes Coletivos, que alテゥm de deixar o sistema melhor e mais racional, tinha como objetivo ver os transportes da cidade de Sテ」o Paulo como um todo, com o テエnibus complementando os trens e o metrテエ. O PMTC reuniu pontos levantados e estudados pelo Sistran (o Plano de Olavo Setテコbal que tentou revitalizar os trテウlebus em Sテ」o Paulo) e o PAI, o plano que visava dar mais mobilidade e agilidade aos テエnibus, por intermテゥdio, principalmente da construテァテ」o de corredores.

O Brasil jテ。 tinha experiテェncia positiva desde 1974 sobre corredores de テエnibus, com o exemplo do Sistema de Trテ。fego Segregado para Coletivos em Curitiba, que ainda hoje, テゥ base para implantaテァテオes se sistemas no mundo todo.

テ bem verdade que os corredores de テエnibus de Sテ」o Paulo estテ」o bem aquテゥm do sistema de Curitiba, que conta com pontos de ultrapassagens para evitar congestionamentos de テエnibus, estaテァテオes de transferテェncia, pontos de embarque que deixam o piso do salテ」o dos テエnibus nテュvel da calテァada e cobranテァa antes da entrada nos veテュculos, aumentando a velocidade e conforto de embarques e desembarques, alテゥm de estaテァテオes cobertas e que realmente protegem o usuテ。rio da chuva e do sol, as chamadas estaテァテオes tubo.

O PMTC apresentou a meta de construテァテ」o de 28 corredores e 23 terminais de transferテェncia. Uma polテュtica tarifテ。ria e reorganizaテァテ」o da distribuiテァテ」o das linha tambテゥm fizeram partes do PMTC, que levava em conta pontos dos Plano Diretor do Municテュpio de Sテ」o Paulo e Plano Metropolitano de Transporte 窶 PMT.

Infelizmente, a exemplo do Sistran, do PAI, o PMTC nテ」o teve todas as suas metas cumpridas.

Neta テゥpoca, tambテゥm uma necessidade para a viabilizaテァテ」o dos transportes em Sテ」o Paulo veio テ tona. A cidade e a regiテ」o Metropolitana tinham crescido de tal maneira, tanto em populaテァテ」o como em テ。rea urbana, que sテウ o テエnibus, o trテウlebus, os テエnibus e os trens isoladamente nテ」o dariam mais conta das necessidades dos passageiros. O termo 窶彿ntegraテァテ」o de modais窶 acaba tomando a ordem das discussテオes sobre as melhorias dos transportes na cidade. E as experiテェncias comeテァaram nesta dテゥcada. Em 1980, foi implantado o sistema de transferテェncia テエnibus 窶 trolebus com a construテァテ」o dos terminais de Vila Prudente e Penha. Em 1983, iniciou-se a integraテァテ」o テエnibus-trem. A primeira linha a integrar-se com o trem foi a Pinheiros 窶 Largo Sテ」o Francisco, da CMTC, com as composiテァテオes da Fepasa 窶 Ferrovias Paulistas S.A. Ainda sobre as tecnologias de combustテュvel limpo, vale destacar a operaテァテ」o experimental de テエnibus a gテ。s metano, ap partir de 1984, na linha da CMTC, Ceasa-Lapa.

Apesar de todas as inovaテァテオes e projetos contemplados nos anos 80, ainda na dテゥcada de 1990, os transportes estavam muito longe do ideal. Linhas deficitテ。rias, problemas de relaテァテ」o entre empresas e poder pテコblico, poucos corredores, lotaテァテ」o, empresas com frotas de テエnibus velhos, que deram margem ao transporte coletivo, exigiam intervenテァテオes drテ。sticas.

O inテュcio dos anos 90 foi marcado pela municipalizaテァテ」o dos transportes coletivos em Sテ」o Paulo. A CMTC contratava as empresas e as remunerava pelos custos operacionais. Muitas empresas se aproveitaram a oportunidade para sobrecarregar linhas de テエnibus, aumentar custos e remuneraテァテ」o. A テゥpoca foi marcada tambテゥm pela operaテァテ」o em massa dos テエnibus a gテ。s natural

O inテュcio dos anos 90 foi marcado pela municipalizaテァテ」o dos transportes coletivos em Sテ」o Paulo. A CMTC contratava as empresas e as remunerava pelos custos operacionais. Muitas empresas se aproveitaram a oportunidade para sobrecarregar linhas de テエnibus, aumentar custos e remuneraテァテ」o. A テゥpoca foi marcada tambテゥm pela operaテァテ」o em massa dos テエnibus a gテ。s natural

E foi o que aconteceu, numa tentativa de melhorar o sistema que crescia fora do controle novamente, com a 窶徇unicipalizaテァテ」o窶 dos transportes coletivos em Sテ」o Paulo, atravテゥs da Lei 11.037. A partir de 25 de julho de 1991, as empresas comeテァaram a receber por custo operacional e nテ」o mais pelo dinheiro obtido nas catracas.

A medida, entre outros objetivos, era para equilibrar a oferta de serviテァos e distribuテュ-la de maneira mais igualitテ。ria entre a cidade. Isto porque, enquanto havia linhas de alta lucratividade, que recebiam investimentos da empresa, outras regiテオes eram prejudicadas por terem linhas mais deficitテ。rias, nテ」o sテウ em relaテァテ」o a demanda de passageiros menor, mas テs dificuldades operacionais que gerariam custos.

Era テゥpoca da gestテ」o Luiza Erundina, entテ」o prefeita pelo PT.

As empresas de テエnibus eram contratadas pela prefeitura e nテ」o mais donas das linhas. Elas tinham de prestar serviテァos em toda a cidade de Sテ」o Paulo, inclusive nas menos lucrativas ou com operaテァテオes mais caras. Todo o dinheiro da catraca era repassado para a Prefeitura, que, calculava a tarifa e remunerava as empresas de acordo com seus custos.

Nas regiテオes mais afastadas do centro e dos bairros mais populoso, ou em テ。reas cujo acesso era mais difテュcil e a distテ「ncia maior, a qualidade do serviテァo melhorou.

O problema do sistema テゥ que o custo operacional era maior do que a Prefeitura arrecadava nas catracas. Alテゥm disso, em linhas de boa demanda, os empresテ。rios alegavam a necessidade de colocar mais テエnibus. Alguns coletivos, principalmente no perテュodo entre os horテ。rios de pico, rodavam com poucos passageiros. Algumas viagens eram desnecessテ。rias, mas aumentavam a conta do custo operacional e foi uma oportunidade para os donos das empresas de テエnibus ganharem um pouco mais com a municipalizaテァテ」o.

Na mesma テゥpoca, foram municipalizadas as formas de remuneraテァテ」o das empresas nas cidades de Santo Andrテゥ, com a criaテァテ」o da EPT 窶 Empresa Pテコblica de Transportes, em Sテ」o Bernardo do Campo, com a ETCSBC- Empresa de Transportes Coletivos de Sテ」o Bernardo do Campo, e Diadema, com a ETCD 窶 Empresa de Transportes Coletivos de Diadema, que a exemplo da CMTC, alテゥm de serem gestoras, eram no perテュodo operadoras de vテ。rias linhas, inclusive de empresas que sofreram intervenテァテオes municipais, como o caso da Viaテァテ」o Alpina, em Santo Andrテゥ.

A CMTC ao longo de sua histテウria, havia assumido vテ。rios riscos e sido pioneira em diversas iniciativas na cidade de Sテ」o Paulo. Desde ter herdado o sistema de bondes abandonado pela Light & Power, nos anos 40, passando por readequar o serviテァo de テエnibus na mesma dテゥcada, que crescia de forma desordenada, sendo responsテ。vel pelo monopテウlio das linhas municipais de Sテ」o Paulo, a investir em novas tecnologias, contando com importaテァテ」o de テエnibus muito mais modernos que os nacionais, a implementaテァテ」o dos trolebus, os testes para o uso de combustテュveis limpos, e atテゥ mesmo assumindo todas as linhas novamente nos anos 90 e remunerando as empresas, sempre os custos dos transportes por テエnibus na cidade eram pagos pela CMTC.

Alテゥm disso, erros administrativos e abusos da mテ。quina pテコblica tambテゥm foram registrados na Companhia Municipal. Hテ。 historiadores e antigos funcionテ。rios da empresa que dizem que, se algum polテュtico precisasse empregar alguテゥm que o ajudou na campanha, a CMTC era a primeira a ser procurada.

Todo esse conjunto fez com que as finanテァas da empresa estivessem deterioradas, assim como parte de seus serviテァos e frotas, apesar do esforテァo de vテ。rios funcionテ。rios de diferentes setores que queriam manter o padrテ」o da CMTC de seu auge, entre os anos 50 e 80.

Vendo que seria esforテァo demais e arriscado tentar recuperar a empresa pテコblica, medida que alテゥm de sanear as finanテァas, tinha de contemplar uma renovaテァテ」o de frota, sistema e quadro operacional, em 1993, a Prefeitura de Sテ」o Paulo, na gestテ」o de Paulo Maluf, decide privatizar a Companhia Municipal de Transportes Coletivos.

Enxugar a mテ。quina pテコblica da CMTC e renovar sua frota e quadro de

A CMTC desde sua criaテァテ」o assumiu investimentos altos que trouxeram novidades aos transportes de Sテ」o Paulo. Tais investimentos, como trolebus, corredores e veテュculos de tecnologia limpa, nテ」o seriam feitos pelos empresテ。rios particulares. Alテゥm disso, com a municipalizaテァテ」o e em outros momentos anteriores, a CMTC assumiu partes deficitテ。rias do sistema. Aliados テ mテ。 administraテァテ」o e ao cabide de empregos, tais fatores fizeram com que a CMTC entrasse num profundo dテゥficit. Em 1993, o entテ」o prefeito Paulo Maluf decide privatizar o sistema operacional da companhia. A foto mostra protesto contra a privatizaテァテ」o.

A CMTC desde sua criaテァテ」o assumiu investimentos altos que trouxeram novidades aos transportes de Sテ」o Paulo. Tais investimentos, como trolebus, corredores e veテュculos de tecnologia limpa, nテ」o seriam feitos pelos empresテ。rios particulares. Alテゥm disso, com a municipalizaテァテ」o e em outros momentos anteriores, a CMTC assumiu partes deficitテ。rias do sistema. Aliados テ mテ。 administraテァテ」o e ao cabide de empregos, tais fatores fizeram com que a CMTC entrasse num profundo dテゥficit. Em 1993, o entテ」o prefeito Paulo Maluf decide privatizar o sistema operacional da companhia. A foto mostra protesto contra a privatizaテァテ」o.

funcionテ。rios, argumentou o prefeito na テゥpoca, exigiria alto investimento e nテ」o se tinha certeza que tal investimento traria reduテァテ」o de custos.

Acabava a CMTC como operadora dos transportes de Sテ」o Paulo.

Empresas particulares e consテウrcios comeテァavam a operar no lugar dos 2 700 テエnibus que a CMTC tinha em 1993. Muitos テエnibus eram da prテウpria CMTC e foram assumidos pelas empresas e outros eram novos, deixando parte da frota da CMTC em garagens e pテ。tios, alguns, inclusive, podem ser vistos ainda hoje apodrecendo, quando poderiam ser leiloados para empresテ。rios de outras cidades na テゥpoca enquanto ainda tinham condiテァテオes de prestar serviテァos.

Para se ter uma idテゥia do que foi tornada a mテ。quina pテコblica da CMTC, no tocante a cabide de empregos, quando a Companhia foi privatizada, ela tinha 27 mil funcionテ。rios. Com a entrada dos empresテ。rios, o sistema de gerenciamento caiu para mil e duzentos empregados.

Isso nテ」o significou, no entanto, que empresa pテコblica de transportes テゥ algo que nテ」o dテ。 certo. A Carris de Porto Alegre, empresa municipal mais antiga em operaテァテ」o desde o sテゥculo XIX, ainda presta serviテァos sem problemas. Se nテ」o fosse a CMTC, mesmo com os problemas ainda existentes no setor de transportes, a cidade estaria bem aquテゥm do atual patamar. Isso porque, como empresa pテコblica, a CMTC fez investimentos no sistema que as empresas particulares nテ」o queriam, nテ」o teriam condiテァテオes e nem teriam obrigaテァテ」o de fazer.

Estudiosos dos transportes pテコblicos em Sテ」o Paulo sテ」o unテ「nimes em dizer que, apesar de terem custado muito テ Companhia Municipal, nテ」o foram os investimentos e pioneirismos que sucatearam a CMTC, mas a forma pela qual ela foi administrada e abusada por diversas figuras pテコblicas ao longo de sua histテウria.

No ano de 1994, 47 empresas de テエnibus operavam na cidade de Sテ」o Paulo, apテウs a CMTC deixar de circular com os prテウprios テエnibus.

Em 8 de marテァo de 1995, a CMTC, jテ。 apenas gerenciadora テゥ transformada em Sテ」o Paulo Transportes, SPTrans, com novo enxugamento do quadro de pessoal.

Os anos 90, no entanto, nテ」o foram marcados apenas pela extinテァテ」o da CMTC, houve tambテゥm alguns avanテァos. Um dos exemplos foi em fevereiro de 1991, quando entrou em operaテァテ」o o Corredor Vila Nova Cachoeirinha, colocando em prテ。ticas estudos mais antigos da Secretaria dos Transportes e da CMTC, como a viabilizaテァテ」o de corredores em canteiros centrais e embarques e desembarques pelos dois lados do テエnibus, que passava a contar com portas na esquerda. Isso dava agilidade na entrada e saテュda do テエnibus e maior flexibilidade ao corredor, que ficava segregado do trテ。fego e poderia mudar de traテァado de acordo com a estrutura viテ。ria, sem a necessidade de grandes desapropriaテァテオes. Se o lado direito da via apresentasse dificuldades para a instalaテァテ」o do corredor, tudo bem, os テエnibus operaram com o lado esquerdo. Em junho de 1991, テゥ iniciada a operaテァテ」o com テエnibus a Gテ。s Natural e, no mesmo mテェs, para conter a evasテ」o de receitas, os embarques comeテァam a ser feitos pela porta dianteira do テエnibus e desembarque pela traseira. A primeira linha a contar com a novidade foi a 805 A 窶 Circular Avenidas. No dia 11 de setembro de 1991, テゥ inaugurada a primeira linha de micro-テエnibus de Sテ」o Paulo. O serviテァo era diferenciado, os passageiros nテ」o poderiam viajar em pテゥ, a tarifa era mais alta, 15 cruzeiros na テゥpoca, e os micros que faziam o itinerテ。rio circular, pela regiテ」o central de Sテ」o Paulo, eram movidos a テ。lcool.

Em 1998, dテ。-se o inテュcio a cobranテァa automテ。tica de tarifas, com validadores eletrテエnicos dentro dos テエnibus. No mesmo ano, tambテゥm テゥ iniciado o Projeto VLP – Veテュculos Leves Sobre Pneus , o Fura Fila, que se tornou promessa de campanha テゥ atテゥ hoje nテ」o teve todo seu traテァado concluテュdo.

A facilidade do pagamento de passagens e a necessidade de integraテァテ」o foram uma das tテエnicas dos anos 2000. Os estudos do Bilhete テ嗜ico, que permite atテゥ 4 viagens de テエnibus pelo preテァo de uma passagem num perテュodo de 3 horas, tendo integraテァテ」o com preテァo um pouco maior com outros modais como o Metrテエ e Trens da CPTM, comeテァaram em 2001, com os testes do Bilhete テ嗜ico do Idoso. A implementaテァテ」o do Bilhete テ嗜ico se deu em 2004.

A ampliaテァテ」o e construテァテ」o de novos corredores de テエnibus tambテゥm marcaram os anos 2000. Ainda em 2004, houve a construテァテ」o de quatro corredores de テエnibus com faixas exclusivas テ esquerda: Jardim テOgela – Guarapiranga – Santo Amaro; Capelinha – Ibirapuera – Santa Cruz; Parelheiros – Rio Bonito – Santo Amaro; e Campo Limpo – Rebouテァas – Centro e de cinco novos terminais (Grajaテコ, Guarapiranga, Jardim Britテ「nia, Parelheiros e Varginha.

AS TENDテ劾CIAS:

Tendテェncias. Apesar de os trens e metrテエ serem apontados como ideais para os transportes de massa, o テエnibus tem muito futuro, se seu sistema for racionalizado e modernizado. A construテァテ」o de corredores de テエnibus com pontos de ultrapassagem e acessibilidade テゥ tendテェncia no mundo. Assim como a integraテァテ」o de diversos meios de transporte. Na Franテァa, em Nantes, o sistema BusWay (foto) traz uma inovaテァテ」o: A integraテァテ」o テゥ feita com veテュculos de passeio. O "Park-and-ride" permite que o usuテ。rio siga de carro atテゥ um ponto, deixe o veテュculo em seguranテァa prテウximo テs estaテァテオes de embarques dos テエnibus e continue a viagem pelo corredor, com integraテァテ」o entre o valor do estacionamento, que テゥ baixo, e da passagem.

Tendテェncias. Apesar de os trens e metrテエ serem apontados como ideais para os transportes de massa, o テエnibus tem muito futuro, se seu sistema for racionalizado e modernizado. A construテァテ」o de corredores de テエnibus com pontos de ultrapassagem e acessibilidade テゥ tendテェncia no mundo. Assim como a integraテァテ」o de diversos meios de transporte. Na Franテァa, em Nantes, o sistema BusWay (foto) traz uma inovaテァテ」o: A integraテァテ」o テゥ feita com veテュculos de passeio. O

Se fossemos citar todos os fatos que marcaram a histテウria dos transportes coletivos na cidade de Sテ」o Paulo, uma sテゥrie de reportagens nテ」o seria suficiente. Alテゥm disso, muitos fatos importantes aconteceram e nテ」o foram registrados. E fatos importantes nテ」o sテ」o apenas os de grande magnitude, mas テs vezes pequenas alteraテァテオes de itinerテ。rios, uma postura educada e cordial de motoristas e cobradores, um cuidado especial em relaテァテ」o a limpeza dos veテュculos para que os passageiros se sintam num ambiente melhor. Coisas simples, mas que deixam menos pesada a rotina de quem utiliza os transportes na cidade de Sテ」o Paulo. Aliテ。s, por causa dos trajetos e trテ「nsito complicado, que deixa o テエnibus preso nos congestionamentos entre os carros particulares, muita gente passa o mesmo tempo dentro da conduテァテ」o que no trabalho.

Apesar de ter melhorado em vテ。rios aspectos, numa anテ。lise fria e imparcial, o sistema de transportes por テエnibus em Sテ」o Paulo ainda deixa muito a desejar.

De acordo com a mais recente pesquisa Origem e destino feita pelo Metrテエ de Sテ」o Paulo, os principais problemas apontados pelos passageiros de テエnibus sテ」o lotaテァテ」o, tempo das viagens, espera nos pontos, falta de mais pontos de integraテァテ」o e preテァo nas tarifas.

E um problema puxa o outro. Por isso, os problemas nテ」o sテ」o テコnicos e as soluテァテオes tambテゥm nテ」o sテ」o テコnicas. Um テエnibus preso num congestionamento demora para passar, mas gente se acumula nos pontos, a viagem テゥ mais lenta e quando o テエnibus vem lota rテ。pido. A sensaテァテ」o de a tarifa ser cara (e realmente テゥ elevada) aumenta pela deficiテェncia do serviテァo. Se o serviテァo fosse melhor, muitos passageiros pelo menos se conformariam com o valor das tarifas.

E o exemplo vem de outros paテュses, que investem na prioridade aos transportes pテコblicos e isso deve ser a tendテェncia que Sテ」o Paulo deve seguir se quiser que daqui a 20 ou 40 anos, sua histテウria do setor seja lembrada como evoluテァテ」o e nテ」o como um apanhado de problemas e retrocessos.

O Sistema BRT 窶 Bus Rapid Transit 窶 テゥ aplicado em diversos paテュses da Europa, Amテゥrica do Norte, テ《ia e Amテゥrica do Sul. A necessidade de se investir em verdadeiros corredores segregados de テエnibus, no Brasil temos o exemplo de Curitiba e do ABC Paulista pela Metra e EMTU, jテ。 foi vista hテ。 muito tempo por outros paテュses, como a Colテエmbia, que em Bogotテ。, melhorou sensivelmente a qualidade de vida dos cidadテ」os com o Transmilテェnio, inspirado no modelo de Curitiba.

Um BRT de verdade nテ」o テゥ um simples canteiro por onde passam テエnibus ou um uma faixa pintada na rua, que perto dos pontos, nos horテ。rios de pico, cria congestionamentos de テエnibus. Ele possui uma diferenciaテァテ」o fテュsica na via, estaテァテオes de embarque, preferencialmente na altura do piso dos テエnibus, pagamento anterior テ entrada no veテュculo e pontos de ultrapassagens para evitar filas imensas de テエnibus, como ocorre, por exemplo na Avenida Rebouテァas e Rua da Consolaテァテ」o.

A criaテァテ」o de um BRT, de um corredor segregado de テエnibus, chega a ser 10 vezes mais barata que a construテァテ」o de uma linha de Metrテエ, alテゥm de a implementaテァテ」o ser mais rテ。pida e alterar menos o cenテ。rio urbano. Necessita de menos desapropriaテァテオes e as obras sテ」o mais simples.

Outra tendテェncia que se aplica no mundo テゥ a integraテァテ」o de modais, existente em Sテ」o Paulo, mas ainda muito tテュmida.

テ馬ibus deve complementar trem e metrテエ e vice e versa. Alguns paテュses vテ」o muito mais alテゥm.

Como テゥ o caso do BusWay, na Franテァa. Lテ。, o corredor, com テエnibus extremamente modernos, liga a regiテ」o central de Nantes テ zona Sul da テ。rea metropolitana, na localidade de Verton. O corredor consegue integrar テエnibus e carro. Os passageiros vテ」o com seus carros fora da tumultuada regiテ」o central, deixam em estacionamentos prテウprios para os usuテ。rios e na regiテ」o central, onde hテ。 trテ「nsito, eles pegam o BusWay e continuam a viagem de テエnibus. Quatro estaテァテオes do sistema possuem o esquema “Park-and-ride”, onde o usuテ。rio pode deixar o seu automテウvel e seguir a sua viagem de テエnibus.

Isso poderia ser uma opテァテ」o para Sテ」o Paulo, se houvesse um sistema de テエnibus que atraテュsse テ classe mテゥdia. O usuテ。rio poderia sair de um determinado bairro mais distante de carro, deixテ。-lo em local seguro com preテァo acessテュvel e seguir o trajeto de maneira mais rテ。pida para テ。rea central ou bairros de negテウcios. Em Nantes, o Park and ride auxiliou bastante na diminuiテァテ」o dos congestionamentos principalmente em horテ。rios de pico.

As prefeituras que investiram no BRT priorizaram os recursos para os transportes pテコblicos atraテュrem テs diversas camadas sociais da populaテァテ」o. O Transmilテェnio da Colテエmbia, por exemplo, テゥ usado tanto pelo executivo da empresa, como pelo operテ。rio.

Facilidades de pagamento de passagens, eliminado o dinheiro no uso dentro dos テエnibus tambテゥm sテ」o tendテェncias. Em Sテ」o Paulo, hテ。 o Bilhete テ嗜ico, um grande avanテァo. Mas ainda o passageiro tem de enfrentar filas nos postos de recarga ou em estabelecimentos comerciais. Em vテ。rios paテュses, por exemplo, os cartテオes sテ」o recarregados pela Internet, por dテゥbito bancテ。rio e atテゥ mesmo com o uso do celular.

O uso de veテュculos com tecnologia limpa tambテゥm テゥ outra tendテェncia para tornar as cidades mais agradテ。veis de se viver, com ar menos poluテュdo e テエnibus que emitam menos barulho. Na Europa o uso do Diesel limpo, o Biodiesel, jテ。 estテ。 numa fase bem mais avanテァada, do etanol, com os テエnibus movidos a テ。lcool produzido no Brasil, coletivos com cテゥlulas de hidrogテェnio e, claro os velhos trolebus, de rede aテゥrea, que Sテ」o Paulo comeテァou a operar em 1949, sテ」o realidades vistas facilmente nas ruas. Sテウ que estes trolebus sテ」o mais modernos e rodam em vias segregadas.

Enfim, o テエnibus pode ser alvo de crテュticas por muitos especialistas. O Metrテエ e o Trem podem se apresentar como melhor forma de transportes de massa, mas a verdade テゥ que Sテ」o Paulo vai de テエnibus. E foi este tipo de transporte o テコnico capaz de acompanhar o rテ。pido desenvolvimento de Sテ」o Paulo e contribuir para ele. Sendo assim, Sテ」o Paulo deve muito aos テエnibus e os テエnibus a Sテ」o Paulo. E a cidade merece o melhor em relaテァテ」o aos transportes. E exemplos que mostram que o テエnibus tem futuro, mas numa concepテァテ」o moderna, que prioriza o coletivo, nテ」o faltam pelo mundo. Parabテゥns, Sテ」o Paulo.

Adamo Bazani, busテウlogo, repテウrter da CBN, natural de Santo Andrテゥ, mas que tem Sテ」o Paulo no coraテァテ」o, assim como todo o brasileiro deveria ter.

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Mercedes-Benz alcanテァa marco histテウrico em 2009

26, dezembro, 2009

Alテゥm de fabricar motores para caminhテオes e テエnibus produzidos em sua planta de Sテ」o Bernardo do Campo, a Mercedes-Benz do Brasil tambテゥm fornece componentes e motores completos para outras unidades do Grupo Daimler, como os veテュculos comerciais leves Sprinter na Argentina, os caminhテオes pesados Freightliner nos Estados Unidos e os テエnibus Citaro na Alemanha.

  • Empresa テゥ pioneira na introduテァテ」o do motor diesel no Brasil e na utilizaテァテ」o de motores com gerenciamento eletrテエnico para veテュculos comerciais.
  • Linha de montagem de motores utiliza avanテァadas tテゥcnicas de produテァテ」o e qualidade.

A Mercedes-Benz do Brasil alcanテァou o marco histテウrico de 2,5 milhテオes de motores produzidos em sua planta de Sテ」o Bernardo do Campo, Sテ」o Paulo. Alテゥm de equipar os seus caminhテオes e テエnibus, a Empresa tambテゥm fornece componentes e motores completos para outras unidades do Grupo Daimler, como os veテュculos comerciais leves Sprinter na Argentina, os caminhテオes pesados Freightliner nos Estados Unidos e os テエnibus Citaro na Alemanha.

窶廣 Mercedes-Benz テゥ pioneira na introduテァテ」o do motor diesel para caminhテオes e テエnibus no Brasil, na dテゥcada de 1950 e na utilizaテァテ」o de gerenciamento eletrテエnico, nos anos 1990窶ウ, afirma Ronald Linsmayer, Chief Operating Office – COO, responsテ。vel pela テ。rea de Caminhテオes da Mercedes-Benz do Brasil. 窶廣o longo dos 53 anos de atuaテァテ」o no Paテュs, acumulamos vasta experiテェncia no atendimento テs necessidades dos transportadores de cargas e de passageiros. Nossos motores sテ」o reconhecidos pelos clientes por sua eficiテェncia, qualidade, desempenho, reduzido consumo, durabilidade e, especialmente, pela confiabilidade窶.

Evoluテァテ」o tecnolテウgica
Os primeiros motores fabricados pela Mercedes-Benz do Brasil (OM 321, 326 e 324) utilizavam injeテァテ」o indireta, realizada numa prテゥ-cテ「mara de combustテ」o. Em 1969, com o lanテァamento do OM 352 de aspiraテァテ」o natural e potテェncia de 130 cv, a Empresa realizou o primeiro grande avanテァo tecnolテウgico dos motores diesel no Paテュs, introduzindo o sistema de injeテァテ」o direta.

Em 1977, a Empresa adquiriu competテェncia para desenvolver a aplicaテァテ」o de combustテュveis alternativos. Para motores do ciclo Otto, criou modelos de caminhテオes movidos a テ。lcool e para os do ciclo diesel, lanテァou caminhテオes a テ。lcool aditivado e a テウleos vegetais esterificados.

Como resultado dessa competテェncia, a Mercedes-Benz do Brasil desenvolveu o motor a gテ。s natural M 352 G, apresentado pela primeira vez em 1985. Esse motor evoluiu tanto que conquistou para a filial brasileira a posiテァテ」o de centro de competテェncia para motores a gテ。s.

Famテュlias 300 e 400
O primeiro motor OM 366 de 6 cilindros (aspirado, de 136 cv e turboalimentado, de 185 cv) foi lanテァado em 1987. No ano seguinte, foi a vez do modelo de 4 cilindros, o OM 364 (aspirado, de 90 cv e turbo, de 122 cv). A versテ」o com turbocooler do OM 366 LA, de 210 cv, veio em 1989.

Em 1990, foram lanテァados os motores OM 449 A turboalimentado de 5 cilindros, com 252 cv e turbocooler, com 300 cv, alテゥm do OM 447 LA turbocooler de 6 cilindros, com 408 cv e 354 cv.

Motores eletrテエnicos
Em setembro de 1998, foi lanテァado o primeiro motor com gerenciamento eletrテエnico fabricado no Brasil, o OM 457 LA, que equipou o caminhテ」o extrapesado LS 1938 e a plataforma para テエnibus rodoviテ。rio O-400 RSD. No mテェs seguinte, foi a vez do primeiro produto da famテュlia 900, o OM 904 LA turbocooler de 4 cilindros, equipando o chassi de テエnibus urbano OF-1417.

Em 2001, um importante lanテァamento foi o OM 460 LA de 6 cilindros e 12,8 litros, com 450 cv de potテェncia. Este motor foi desenvolvido para atender um contrato de exportaテァテ」o para a Freightliner, nos Estados Unidos, unidade da Daimler Trucks.

Processo produtivo
O processo produtivo de motores passou por vテ。rias modificaテァテオes e evoluテァテオes ao longo do tempo. Na medida em que foram sendo introduzidas novas tecnologias para aumentar o controle de emissテオes, as mudanテァas na manufatura foram se intensificando. No comeテァo, uma mesma linha montava todos os modelos de motor. Depois foram separadas as do motor leve e do pesado.

Cada uma das quatro famテュlias de motores Mercedes-Benz tem sua prテウpria linha de produテァテ」o na planta de Sテ」o Bernardo do Campo: BR 300 de motores leves mecテ「nicos, BR 600 de leves eletrテエnicos, BR 900 de mテゥdios eletrテエnicos e BR 450 de pesados eletrテエnicos.

Atualmente, 100% dos motores produzidos sテ」o testados em bancos de prova para verificaテァテ」o de desempenho quanto a torque, potテェncia, consumo especテュfico, emissテオes e diagnose eletrテエnica, entre outros indicadores.

Na テ。rea de Usinagem sテ」o produzidas, em mテゥdia, 150.000 peテァas por mテェs, como bloco de motor, eixo-comando, biela, bomba d窶凖。gua e carcaテァa de distribuiテァテ」o, alテゥm de diversos outros itens.

Entre as avanテァadas tテゥcnicas da produテァテ」o adotadas pela Empresa na montagem de motores destacam-se o sistema just-in-time de suprimento de peテァas e a automaテァテ」o de processos, o que inclui atテゥ a utilizaテァテ」o de robテエs. Para assegurar a qualidade dos motores sテ」o utilizadas diversas medidas, como a verificaテァテ」o de itens crテュticos do processo e a identificaテァテ」o destes itens em painテゥis informativos que visam o treinamento contテュnuo dos colaboradores.

Entre as certificaテァテオes conquistadas pela montagem de motores da planta de Sテ」o Bernardo do Campo, destacam-se as das normas de qualidade ISO 9001:2000 e ISO/TS 16949:2002, a de seguranテァa e saテコde ocupacional OHSAS 18001:1999 e a de meio ambiente ISO 14001:2005.

Outras aplicaテァテオes
Alテゥm da aplicaテァテ」o veicular, a Mercedes-Benz do Brasil sempre forneceu motores diesel para uso marテュtimo, industrial e para geraテァテ」o de energia elテゥtrica. Os motores da marca tambテゥm sテ」o encontrados em colheitadeiras de cana-de-aテァテコcar, mテ。quinas rodoviテ。rias, apoio テ pavimentaテァテ」o de estradas, irrigaテァテ」o, motobomba de concreto e outras aplicaテァテオes.

Evoluテァテ」o histテウrica dos motores Mercedes-Benz
1955 – Sofunge funde o primeiro bloco para motor da Mercedes-Benz do Brasil
1956 – OM 321 de injeテァテ」o indireta, 6 cilindros e potテェncia de 100 cv
1958 – OM 326 de 6 cilindros e potテェncia de 110 e 150 cv
1961 – OM 324 de 4 cilindros e 70 cv
1964 – Nova versテ」o do OM 326, de 180 cv de potテェncia
1969 – OM 352 de injeテァテ」o direta (grande avanテァo tecnolテウgico) 6 cilindros e 130 cv
1971 – OM 352 A turboalimentado de 156 cv
1972 – OM 355/6 de 6 cilindros e 200 cv e OM 314 de 4 cilindros e 85 cv
1973 – OM 355/5 de 5 cilindros e 192 cv
1974 – Novas versテオes do OM 355/5, de 170 e de 240 cv
1976 – OM 355/6 A turboalimentado de 285 cv
1977 – Produテァテ」o do motor diesel nテコmero 500.000
1977 – Motores com combustテュveis alternativos: テ。lcool, テ。lcool aditivado e テウleos vegetais esterificados
1978 – OM 355 A turboalimentado de 210 cv
1984 – OM 355/5 A de 238 cv e OM 355/6 LA turbocooler e 326 cv
1984 – Produテァテ」o do motor diesel nテコmero 1.000.000
1985 – Motor a gテ。s natural M 352 G
1987 – OM 366 de 6 cilindros e 136 cv, versテ」o M 366 G a gテ。s natural e OM 366 A turboalimentado de 184 cv
1988 – OM 364 de 4 cilindros e 90 cv e OM 364 A turboalimentado de 122 cv
1989 – OM 366 LA turbocooler de 210 cv
1990 – OM 449 A de 5 cilindros turboalimentado de 252 cv e turbocooler de 300cv; e OM 447 LA turbocooler de 6 cilindros e 354 cv e de 408 cv
1995 – Venda da Sofunge para a Fundiテァテ」o Tupy; exportaテァテ」o do primeiro motor a gテ。s M 447h G
1998 – OM 457 LA turbocooler eletrテエnico de 360 cv, o primeiro motor com gerenciamento eletrテエnico
1999 – OM 904 LA turbocooler eletrテエnico de 4 cilindros e 170 cv
2000 – OM 906 LA turbocooler eletrテエnico de 230 cv e de 280 cv
2001 – Produテァテ」o do motor diesel nテコmero 2.000.000
2001 – OM 926 LA turbocooler eletrテエnico de 7,2 litros e 326 cv;OM 460 LA de 450 cv para a Freightliner; OM 924 LA de 4,8 litros e 220 cv; M 366 LAG com injeテァテ」o eletrテエnica a gテ。s natural
2006 – Motores Mercedes-Benz aptos para uso do biodiesel B2
2008 – Motores Mercedes-Benz aptos para uso do biodiesel B5
2009 – Produテァテ」o do motor diesel nテコmero 2.500.000

Fonte: www.mercedes-benz.com.br

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A bテェnテァテ」o do sorriso das crianテァas no espテュrito do テエnibus de Natal

16, dezembro, 2009

 Isaテュas Martins Barbosa, de 47, テゥ um dos motoristas que se vestem de Papai Noel pela empresa Metra. Para ele, a bテェnテァテ」o do Natal estテ。 no sorriso das crianテァas, que expressテ」o a maior dテ。diva de Deus.

Isaテュas Martins Barbosa, de 47, テゥ um dos motoristas que se vestem de Papai Noel pela empresa Metra. Para ele, a bテェnテァテ」o do Natal estテ。 no sorriso das crianテァas, que expressテ」o a maior dテ。diva de Deus.

Empresa que administra e opera o corredor que liga as zonas Sul e Leste da Capital pelo ABC Paulista coloca na rua trテェs テエnibus com enfeites natalinos e motoristas vestidos de Papai Noel. Alegria das crianテァas テゥ a maior recompensa para os motoristas

Adamo Bazani

窶弃ara mim, toda a crianテァa テゥ uma bテェnテァテ」o, quando elas sorriem, テゥ a expressテ」o maior desta dテ。diva de Deus窶 . テ com esse espテュrito, demonstrado pelo motorista Isaテュas Martins Barbosa, de 47 anos, que trabalham os condutores da empresa Metra 窶 Sistema Metropolitano de Transporte Ltda, que todos os anos se vestem de Papai Noel e dirigem os テエnibus enfeitados pela companhia.
Neste ano, sテ」o trテェs veテュculos: dois Caio Millennium II adesivados e um Urbanus Pluss, com luzes, que deixam mais natalina e alegre a rotina dos passageiros do corredor que liga Sテ」o Mateus (na zona Leste de Sテ」o Paulo) a Jabaquara (na zona Sul) pelos municテュpios de Santo Andrテゥ, Sテ」o Bernardo do Campo, Diadema, com extensテ」o para Mauテ。 (no ABC Paulista) e a regiテ」o da Berrini (zona Sul da Capital).

Caio Millennium II, Scania K 270, com adesivos para comemorar o Natal.

Caio Millennium II, Scania K 270, com adesivos para comemorar o Natal.

Alテゥm de Isaテュas, hテ。 outros cinco Papais Noテゥis e uma Mamテ」e Noel Motorista, Kテ。tia Paula Almeida Viera, que fazem uma verdadeira festa com a crianテァada distribuindo balas e sorrisos.
窶廴as nテ」o テゥ sテウ crianテァa que se anima nテ」o. Tem adulto que fica maravilhado. Parece que o espテュrito de Natal faz a crianテァa que existe nos passageiros nascer de novo. Tem marmanjテ」o que pede balinha pra mim. E eu dou, pra sorrir, nesta テゥpoca vale tudo窶 窶 conta Isaテュas.

Para o motorista Isaテュas, se o mundo soubesse dar o valor テs crianテァas, ele seria muito melhor. Mais simples, inocente e com menos atos desumanos.

Para o motorista Isaテュas, se o mundo soubesse dar o valor テs crianテァas, ele seria muito melhor. Mais simples, inocente e com menos atos desumanos.

Hテ。 seis anos a Metra decora テエnibus para o Natal. Mas neste ano, a comemoraテァテ」o foi especial. De um veテュculo passou para trテェs os テエnibus temテ。ticos. E veio a idテゥia de adesivar dois テエnibus com imagens de Natal, para a populaテァテ」o nテ」o sテウ curtir os enfeites a noite, quando as luzes se acendem, mas durante o dia tambテゥm.
Trabalhando no setor de transportes desde 1977, quando comeテァou como cobrador da Viaテァテ」o Safira, de Sテ」o Caetano do Sul, o motorista Noel Isaテュas tem larga experiテェncia no ramo. Foi motorista das empresas Alpina, Humaitテ。, Campestre, Santa Paula e Sテ」o Bento Turismo. Muitos foram os fatos que marcaram a carreira do motorista, mas segundo ele, nada se compara a dirigir como Papai Noel.
A Metra, sempre antes do Natal, faz um recrutamento interno, para os motoristas interessados em participar das festas de Natal. A procura テゥ grande. E hテ。 dois anos, Isaテュas participa.
窶廣 experiテェncia テゥ diferente de tudo. Parece simples, se vestir de Papai Noel e dirigir um テエnibus enfeitado. Mas na prテ。tica, テゥ fascinante. Adoro crianテァas e quando elas brincam e sorriem quando recebem uma bala, テゥ como se eu ganhasse na loteria. Os passageiros tambテゥm vテェem o motorista de maneira diferente, eles reagem com felicidade, olham com alegria. Coisa que se o motorista tiver com o uniforme normal de trabalho, nテ」o acontece.窶
Isaテュas conta que desde o primeiro dia que dirigiu vestido de Papai Noel, teve uma outra visテ」o do passageiro e nテ」o esquece a primeira vez, que teve a oportunidade de brincar com as crianテァas mesmo num trabalho que exige rapidez de aテァテオes, dedicaテァテ」o e atenテァテ」o ao mテ。ximo, pois envolve a seguranテァa de milhares de pessoas por dia.
Isaテュas garante que mesmo com o テエnibus lotado e os passageiros apressados, cansados e estressados, o Espテュrito de Natal espanta qualquer mal e todos acabam entrando na festa.
Para o motorista, o significado do Natal テゥ principalmente famテュlia e uniテ」o. Pai de 3 filhos jテ。 casados e de um menino de 7 anos e avテエ de 4 netos, Isaテュas destaca com emoテァテ」o nas palavras ao falar de quando leva seu filhinho de sete anos para passear, enquanto estテ。 vestido de Papai Noel.
窶廢le adora, テゥ um orgulho ver que o pai テゥ um Papai Noel de verdade, pois o verdadeiro Papai Noel nテ」o テゥ o que dテ。 presentes caros, mas o que faz um olhar triste se transformar em feliz. Meu filho tem orgulho disso e fico orgulhoso por causa dele. Sou apaixonado por crianテァas.窶
Para Isaテュas, uma das principais gratificaテァテオes de ser motorista テゥ simplesmente trabalhar direito. 窶廚hegar todo o dia na garagem e ver uma ficha sem ocorrテェncia, sem registro de batida, infraテァテ」o de trテ「nsito, reclamaテァテ」o de passageiro, pra mim テゥ como ganhar um trofテゥu por dia窶
A Metra garante que os motoristas que se vestem de Papai Noel realmente incorporam o Espテュrito Natalino. E foi possテュvel perceber isso na garagem da empresa, em Sテ」o Bernardo do Campo/SP. Eles chegam rindo, brincando, se vestem e parecem que vテ」o para o lazer e nテ」o para um trabalho que, por mais gosto que uma pessoa possa ter, nテ」o deixa de ser cansativo e estressante.
O segredo estテ。 na amizade com os passageiros, segundo Isaテュas.
窶廾utra coisa que me faz adorar ser motorista de テエnibus e que, querendo as pessoas ou nテ」o, vocテェ acaba fazendo parte da rotina delas. Todo o dia, muitas pegam o mesmo テエnibus , no mesmo horテ。rio e acabam fazendo amizades. Um dia um passageiro falou que o meu rosto era muito mais familiar pra ele do que de muitos parentes. Quando a gente estテ。 vestido de papai Noel, as amizades entテ」o aumentam, pois o passageiro acaba encontrando um pretexto para conversar com a gente窶.

TEATRO:

A Festa de Natal nos テエnibus da Metra, que opera os trolebus do ABC, os テエnibus hテュbridos e testa um テエnibis movido a cテゥlulas de hidrogテェnio, vai muito mais alテゥm da brincadeira com os motoristas noテゥis. Nos テエnibus decorados, atua um grupo teatral, que vai se revezando em trechos das viagens. Segundo a Metra, o objetivo das apresentaテァテオes テゥ educacional e cultural. Aproveitando o Natal, sテ」o passadas mensagens de solidariedade, respeito ao prテウximo, como em relaテァテ」o aos assentos para passageiros com prioridades (gestantes, idosos, portadores de necessidades especiais, pessoas machucadas) e cidadania.
O grupo interage com os passageiros, que acabam entrando na farra tambテゥm. As apresentaテァテオes sテ」o rテ。pidas para nテ」o cansarem os passageiros e nテ」o interferir no deslocamento dentro dos テエnibus. Hテ。 trechos em que os embarques e desembarques sテ」o simultテ「neos e com uma grande demanda, o que requer o corredor do テエnibus livre.
Os trテェs テエnibus natalinos se revezam durante o mテェs de dezembro nas diversas linhas das empresas, e podem ser conferidos todo os dias, pois funcionam desde o primeiro atテゥ o テコltimo horテ。rio.
Nテ」o deixa de ser uma atraテァテ」o e um refresco para o passageiro, que todo o dia enfrenta a dura rotina dos transportes na Capital e ABC.
Mas para Isaテュas, o nosso motorista Noel, o que importa mesmo テゥ a festa e as crianテァas.
窶廣s vezes as crianテァas nテ」o vテ」o nem entrar no テエnibus, mas eu paro na plataforma, chamo rapidinho, brinco e dou uma balinha. O dia que o mundo perceber o quanto vale uma crianテァa sorrindo, os problemas das cidades diminuem, pois todos tテェm uma crianテァa dentro de si. Alテゥm disso, os problemas da cidade, violテェncia e drogas principalmente, atingem as crianテァas. Quantas sテ」o perdidas para o trテ。fico ou numa briga boba de trテ「nsito? Se o mundo der mais valor テs crianテァas, as coisas melhoram. Sempre tive esse pensamento comigo. Depois que virei motorista Noel, tive a certeza disso.窶 – finaliza o motorista Noel, que apテウs a entrevista, assumiu seu posto dentro do テエnibus e com uma alegria especial de Natal foi ao trabalho.
Adamo Bazani, repテウrter da Rテ。dio CBN, busテウlogo e que acredita sim que o Papai Noel pode trazer o sorriso テs crianテァas e que no valor aos pequeninos estテ。 a chave de um mundo melhor.

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