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Textos com Etiquetas ‘ônibus’

MODELOS DE ÔNIBUS: Conceitos de carroceria e chassis [Bus Explorer]

9, agosto, 2009

Texto e fotos: Tadeu Carnevalli – Revisão: Carolina Treméa

Viação Garcia garagem Cambará Rodoflash

Primeira edição da Coluna Bus Explorer: entenda sobre modelos de ônibus

Nesta primeira edição da coluna Bus Explorer, iniciamos com uma visão geral sobre como funcionam os modelos de ônibus.

Muitos leigos acreditam que ônibus são iguais a carros de passeio: são comprados em concessionárias, bastando ao comprador apenas escolher detalhes do veículo, como a cor da pintura ou os equipamentos opcionais que o equiparão.
Com raras exceções de ônibus pequenos, os ditos microônibus, em que é possível adquiri-los diretamente da concessionária da mesma forma como carros de passeio, a maioria dos ônibus é comprada sob encomenda. Na compra, o comprador deverá fechar dois negócios: um junto a uma fabricante de chassis e outro com uma encarroçadora (empresa que fabrica carrocerias).
Portanto, comparando com o universo dos automóveis, seria como você comprar uma carroceria de Volkswagen Gol e poder colocá-lo sobre um chassi de Fiat Palio, Chevrolet Corsa ou Ford Fiest, ou vice-versa.
A possibilidade de combinação entre diferentes modelos de carroceria e chassis é muito boa para quem necessita administrar grandes frotas. Algumas empresas adotam a conduta da padronização de modelos, tanto para carrocerias como para chassis. Por exemplo, há empresas que possuem em suas frotas vários modelos de carrocerias, produzidos por diversas encarroçadoras, no entanto, são todos encarroçados sobre uma única marca ou um único modelo de chassi. A condição também pode ser invertida, visto que há empresas que padronizam modelos de carroceria e adotam vários modelos de chassis, produzidos por fabricantes variados.
A padronização de frotas colabora na redução do custo da manutenção, visto que os gastos com treinamento de pessoal e reposição de peças decrescem conforme se reduz a quantidade de modelos diferentes presentes na frota.

Monobloco Mercedes-Benz O-400

Monobloco Mercedes-Benz O-400

Finalizando a conversa inicial sobre modelos de ônibus, destacamos os modelos denominados “Monoblocos“, que foram muito conhecidos no passado, principalmente pela figura dos modelos fabricados pela Mercedes-Benz. Os monoblocos eram dotados de uma carroceria que se adaptava unicamente a um chassi, ambos produzidos pelo mesmo fabricante. A linha de monoblocos da Mercedes-Benz nasceu na década de 1950 e passou a ser encarroçada no Brasil no ano de 1956, sobre os chassis L-312. Dois anos depois, o chassi também passou a ser fabricado no Brasil, com a denominação O-321, o “Super B”. Em 1996, a Mercedes-Benz do Brasil deixou de fabricar monoblocos. Nas próximas edições, realizaremos uma publicação unicamente dedicada aos Monoblocos Mercedes-Benz.

CARROCERIAS

Não seria precipitado dizer que a carroceria é aquilo que realmente nos faz reconhecer um ônibus.

Busscar Elegance 360 da Viação Catarinense

Busscar Elegance 360 da Viação Catarinense

A carroceria é o elemento fundamental que torna o ônibus em um veículo de transporte de pessoas.
Avistando externamente um ônibus, com exceção das rodas e pontas de eixo, tudo o que vemos é carroceria.
Nos ônibus mais antigos, da década de 30 e 40, era comum construir carrocerias de ônibus a partir da cabine de caminhões, tendo o ônibus características semelhantes aos caminhões da mesma época. As principais encarroçadoras brasileiras, muitas presentes até os dias atuais, como Ciferal, CAIO, Marcopolo e Nielson (atual Busscar) iniciaram suas primeiras atividades em meados da década de 40.

Carroceria Marcopolo II, década de 1970

Carroceria Marcopolo II, década de 1970

Com o passar dos anos, a fabricação de carrocerias passou a ser mais profissionalizada, já não mais aproveitando as características de caminhões. O motor dianteiro que antes se encontrava sob o capô à frente da cabine do veículo foi incorporado para dentro da carroceria, aproveitando melhor o comprimento do veículo. As carrocerias de ônibus se tornavam mais altas e robustas.
Nas próximas edições da coluna falaremos sobre a linha de carrocerias de cada montadora, tentando destacar os aspectos mais relevantes de cada modelo, ilustrando com fotos.

CHASSIS

Chassi Volvo B12R

Chassi Volvo B12R

O chassi é o conjunto que move o ônibus. Envolve toda a sustentação da carroceria, com suspensão, transmissão, motor, câmbio, sistema de freios, etc. Quando se observa um ônibus, pouco se vê do chassi e o esforço necessário para reconhecer e diferenciar o modelo de chassis é bem maior do que para carrocerias. Diferenças mínimas, como o formato de pontas de eixo, posição do escapamento, posição de grades e posição dos eixos são as principais formas de se identificar chassis externamente, sem olhar as plaquetas de identificação que descriminam o modelo dos chassis, coladas no interior da cabine do veículo.
Ainda assim, hoje é possível encontrar chassis idênticos em que a única diferença é o modelo do motor presente.
Os chassis, de forma geral, modelam algumas características da carroceria, sendo que duas delas merecem destaque especial:
Distância entre os eixos: Alguns chassis possuem o segundo eixo mais próximo do primeiro,

Ônibus com chassi Volvo B12B

Ônibus com chassi Volvo B12B

enquanto outros alongam o entre-eixos do ônibus, optando por ter uma grande distância entre o primeiro e o segundo eixo. O mesmo é válido para a distância entre o segundo e o terceiro eixo, no caso de ônibus com três eixos (trucados).

Ônibus com chassi Scania K380

Ônibus com chassi Scania K380

Balanços dianteiro e traseiro: Denomina-se balanço o espaço entre o eixo e a frente ou a traseira do veículo. Alguns chassis possuem balanços dianteiros curtos (uma pequena distância entre o início da frente do veículo até o eixo dianteiro), o que aumenta o ângulo de entrada e reduz as chances da frente do veículo raspar em obstáculos da pista, como valetas. No mesmo sentido, é possível encontrar chassis com balanços traseiros muito grandes ou muito pequenos.

CHASSIS E POSIÇÃO DO MOTOR

Algo muito relevante quando falamos sobre chassis é a posição do motor. A posição do motor diz muito a respeito da correta aplicação do chassi e interfere nos fatores:
Encarroçabilidade: em função da posição do motor, o chassi poderá ou não ser encarroçado em determinados tipos de carrocerias;
Aplicação: Cada posição de motor está ligada a uma correta aplicação. Por exemplo, ônibus que enfrentam trechos onde a pavimentação é ruim, com terra, lama e atoleiros, devem ser encarroçados em chassis com motor dianteiro, pois são os com melhor rendimento neste tipo de terreno.
Espaço: A posição do motor interfere no espaço que será destinado para carregar malas, o “bagageiro”;
Conforto: O nível de conforto no interior do ônibus varia significativamente de acordo com a posição do motor.
Há três posicionamentos clássicos para o motor de chassis para ônibus:

Ônibus com motor dianteiro, chassi Mercedes-Benz OF1418

Ônibus com motor dianteiro, chassi Mercedes-Benz OF1418

Dianteiro: Largamente utilizado em ônibus urbanos, metropolitanos e rodoviários para curtas distâncias. Tendem a ser ágeis para o tráfego urbano, onde paradas e saídas são freqüentes. O ruído, a trepidação e o calor provenientes do motor tornam esses chassis pouco adequados para viagens de maior duração.

Central (entre-eixos): Os motores entre-eixos tiveram seu auge nas décadas de 80 e 90, sendo fabricados pela Volvo, tanto para aplicações

Ônibus com motor central, chassi Volvo B10M

Ônibus com motor central, chassi Volvo B10M

urbanas como rodoviárias. O motor localizado sob o piso do veículo transmite um pouco da trepidação e do ruído para o salão de passageiros, embora isso seja menos perceptível quando comparados aos motores dianteiros. Para ônibus urbanos e rodoviários, o conforto dos motores entre-eixos é superior quando comparado aos motores dianteiros. Na sua época de auge, esses chassis faziam linhas de longa duração por grandes empresas brasileiras, equipando carrocerias de grande porte.

Traseiro: Os motores traseiros equipam os ônibus rodoviários de luxo

Ônibus com motor traseiro, chassi Scania K113CL

Ônibus com motor traseiro, chassi Scania K113CL

atualmente. São os mais silenciosos e confortáveis, transmitindo muito pouco ruído e trepidação para o salão de passageiros. Um ponto negativo é o acúmulo de calor na região traseira do veículo, o que faz com que temperaturas diferentes sejam percebidas na frente e no fundo do salão do ônibus, embora este problema tenha sido cada vez mais amenizado por um melhor isolamento térmico.


Qual a sua opinião sobre este artigo? Tem alguma sugestão? Crítica? Gostaria de complementar ou corrigir alguma informação? Não perca a oportunidade de expressar a sua opinião, deixando um comentário ao final desta página.
Na próxima edição da coluna Bus Explorer, começaremos a falar sobre os modelos de carrocerias de ônibus. Até lá!

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Ônibus podem parar em Diadema – SP

25, julho, 2009

O Sindicato dos Empregados em Fiscalização no Transporte, que representa os 1300 funcionários da Viação Imigrantes, não descarta a possibilidade de uma greve nos serviços municipais da empresa no início do mês de agosto.
É que a viação ameaça não realizar os pagamentos do dia 5 porque alega que a Prefeitura Municipal de Diadema não repassou os valores referentes ao Vale-Transporte usado pelos usuários e arrecadados pela Prefeitura.
A Viação Imigrantes enviou um documento ao sindicato dizendo que a prefeitura deve aproximadamente 3 milhões de reais à empresa. Para o pagamento do dia 20, os diretores da Imigrantes, afirmaram no documento, que tiveram de fazer empréstimos. Mas que para do dia 5, se a Prefeitura não repassar os valores, os funcionários ficarão sem receber.
Para o Sindicato, independentemente do impasse entre empresa e prefeitura, os empregados não podem ser penalisados. O diretor da entidade sindical, Luiz de Oliveira Campos, não descarta a decretação a qualquer momento de estado de greve e paralisação após a data do pagamento, se os salários não forem compensados.
A Prefeitura de Diadema admite que deve à empresa. Mas afirma que não são 3 milhões de reais e sim 220 mil reais.
Na última terça-feira, o poder público municipal afirma ter depoisitado 132 mil reais para empresa, restando apenas 220 mil reais. Números contestados pela Imigrantes.
A situação financeira da Prefeitura de Diadema é delicada. A Justiça determinou o sequestro dos cofres públicos da cidade para pagamento de precatórios (dívidas cujo pagamento é feito depois de determinação judicial). Já foram pagos em precatórios 23 milhões de reais.
Além da Viação Imigrantes, a prefeitura deve a outros credores de diversos serviços, além de transportes.
A Viação Imigrantes transporta diariamente cerca de 40 mil passageiros.

Texto: Adamo Bazani, com base em reportagem do Diário do Grande ABC.

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Saindo do Atraso: Santo André apresenta ônibus adaptados para portadores de necessidades especiais

1, julho, 2009

Por Adamo Bazani

Cidade de 456 anos apresenta agora frota de ônibus municipais adaptados para portadores de necessidades especiais e obesos

Comil Svelto Mercedes-Benz: Novo ônibus para portadores de necessidades especiais

Comil Svelto Mercedes-Benz: Novo ônibus para portadores de necessidades especiais

Parece incrível. Uma cidade do porte de Santo André, no ABC Paulista, com mais de 600 mil habitantes só agora apresentou a população ônibus adaptados para portadores de necessidades especiais, com elevador, e com banco para obesos.

Antes tarde do que nunca, como diria o velho jargão.
Nesta quarta-feira, com exclusividade, o site presenciou a entrega dos veículos. São os primeiros do Consórcio União Santo André. Na cidade, só havia 2 ônibus, da Expresso Guarará, Caio Millenium II, com a adaptação, mas a empresa não participa do Consórcio.
São 11 ônibus encarroçados pela Comil, modelo Svelto, Chassi Mercedes Benz, OF 1418.
Eles vão operar linhas da de apenas uma empresa do consórcio formado por seis viações: a Viação Vaz.
“A empresa investiu cerca de 3 milhões de reais na compra dos veículos. Além de preparar os motoristas para operar os elevadores e os componentes, preparamos também para o convício e atendimento aos portadores de deficiência, que na prática, são cidadãos comuns como todos” – disse Gustavo Augusto de Souza Vaz, diretor da Viação Vaz, que opera 5 linhas na cidade.
Além de apresentar os novos ônibus, a empresa contratou sua primeira mulher motorista: Renata Nogueira, de 37 anos.

Renata Nogueira, a primeira motorista mulher da empresa: especialização para lidar com portadores de deficiência física

Renata Nogueira, a primeira motorista mulher da empresa: especialização para lidar com portadores de deficiência física

“Trabalho há cinco anos dirigindo ônibus, nas Viações Imigrantes, Julio Simões, Veneza e Auto Viação ABC, mas para mim é um orgulho trabalhar com o deficiente, e ser a primeira mulher motorista de uma empresa” – conta Renata. A Viação Vaz vem da Viação Padroeira do Brasil, empresa que operava em Santo André desde os anos 40 e tinha apenas motoristas homens. A empresa Vaz assumiu a Viação Padroeira, trocando de nome, em 2002.

EMPRESAS DEVEM DAR MAIS ATENÇÃO AO PORTADOR DE
NECESSIDADE ESPECIAL

O gerente comercial da Comil, Fabrício Tascine, afirma que a estratégia da empresa é retomar mercado em São Paulo. Para isso, anunciou um Comil modelo Svelto Midi, um micrão com proporções menores que os apresentados em Santo André, no dia Primeiro de Julho.

Fabbrício Tascines: diretor da encarroçadora Comil na região Sudeste

Fabbrício Tascines: diretor da encarroçadora Comil na região Sudeste

“Nossa empresa conta com colaboradores especializados em adpatar os veículos. Já era mais que hora de isso acontecer. Desde o menor ônibus ao maior, hoje podemos oferecê-los com acesso a quem tem mobilidade reduzida. Afinal, o portador de deficiência não precisa do transporte só para ir ao hospital. Ele tem o direito de trabalhar, passear e estudar, usando o transporte público”
Já o representante de revenda da Mercedes Benz do Brasil, em São Paulo, Paulo Mendonça, afirmou que a marca vai se dedicar ao aprimoramento de chassis que atendam o portador de necessidade especial. “Independentemente do tamanho dos ônibus, grande, convencionais, midis ou micros, a idéia é priorizar o portador de deficiência. Eu trabalho há mais de 30 anos no ramo e a mentalidade do empresário e do poder público em relação a isso mudou muito, e pra melhor. Seja carro com piso rebaixado ou com elevador, a demanda para tornar o deficiente mais incluso nas cidades é felizmente cada vez maior”

MUDANÇAS DE TRANSPORTES PARA SANTO ANDRÉ E PROMESSA DE MAIS ACESSO

Em entrevista ao site, o prefeito de Santo André, Aidan Ravin, do PTB, afirmou que a malha dos transportes da cidade ainda apresenta várias falhas e “buracos”
“É mais que necessária uma readequação do sistema na cidade de Santo André, que se desenvolveu em alguns pontos e está atrasado em outros. A criação de novas linhas é fundamental. Há novos hospitais, novos bairros e regiões que cresceram e o transporte não acompanhou”
Para isso, o Secretário de Obras e Serviços Públicos, Alberto Casalinho, explicou que a Prefeitura vai realizar uma série de estudos e pesquisas diretas com os usuários nos Terminais e Pontos.
“Vamos ouvir de perto a população. E as sugestões já estão chegando. Uma delas que vamos estudar, é a ligação entre o Terminal de ônibus Vila Luzita (periferia da cidade) com o Hospital Estadual Mário Covas, no bairro Paraíso”
O estudo é uma resposta a pedidos de usuários da região do Hospital, que também possui outros estabelecimentos de saúde, que reclamam da necessidade de fazer várias transferências,o que é agravado em caso de pessoas portadoras de necessidades especiais ou que estão com problemas de saúde. Além disso, muitas destas transferências, principalmente das linhas da Vila Luzita para as linhas que passam no centro de Santo André, não são gratuitas. Como a passagem é de R$ 2,50 em Santo André, em 4 viagens ida e volta, o usuário gasta 10 reais para ir desta região da cidade ao Hospital.
O prefeito Aindan voltou a negar que a troca da cor dos ônibus, de faixas vermelhas para azuis, tenha conotação política. “Não queremos apagar marcas anteriores de patido nenhum, queremos a cidade com a identidade das cores de sua bandeira”
Analistas polítcos da região afirmam que a intenção seria apagar as lembranças do PT, tradicional oponente na região do partido do prefeito, PTB.
Sobre a padronização não só da pintura, mas do nome das empresas, o secretário Alberto Casalinho, afirmou que a população quer transporte de qualidade, independentemente do nome da empresa.
Versão que é contestada por alguns especialistas.
Atualmente, em Santo André, a população não sabe ao certo as empresas que servem as linhas. Em todos está escrito UNIÃO SANTO ANDRÉ, e a empresa é diferenciada apenas por um número antes do prefixo do ônibus. Mas nem todo mundo qual empresa é representadas pelo prefixo.
“O usuário quer saber de uma boa genernciadora, no caso a SATrans – Santo André Transportes”. Por 12 anos, a gerenciadora, se chamava EPT – Empresa Pública de Transportes – nas gestões do PT – Partido dos Trabalhadores.
Para quem quiser acompanhar as empresas que prestam serviços em Santo André, que são só identificadas pelo prefixo, o site mostra a tabela abaixo

01 Viação Guainazes / Viação Curuçá
02 Viação Vaz (ex Padroeira do Brasil)
03 TCPN – Transportes Coletivos Parque das Nações
04 ETURSA (ex Nova Santo André) – Empresa de Transportes Urbanos Rodoviários de Santo André
05 EUSA (antiga Viação São Camilo) – Empresa Urbana de Santo André
08 Expresso Guarará, que administra o Terminal Vila Luzita e o Corredor Mário Toledo Camargo, ex Viação São José; Não pertence ao consórcio União Santo André

Adamo Bazani, repórter da CBN e busólogo

Mais imagens

Comil Svelto Mercedes-Benz OF1418 adaptado para portadores de necessidades especiais

Comil Svelto Mercedes-Benz OF1418 adaptado para portadores de necessidades especiais

Vista traseira do Comil Svelto adaptado para portadores de necessidades especiais

Vista traseira do Comil Svelto adaptado para portadores de necessidades especiais

GUSTAVO VAZ (esq): dono da primeira empresa do Consórcio União Santo André com veículos adaptados

GUSTAVO VAZ (esq): dono da primeira empresa do Consórcio União Santo André com veículos adaptados

PAULO MENDONÇA: Representante de Vendas da Mercedes no Brasil

PAULO MENDONÇA: Representante de Vendas da Mercedes no Brasil

Prefeito de Santo André, AIDAN RAVIN, e secretário de obras e serviços públicos, ALBERTO CASALINHO

Prefeito de Santo André, AIDAN RAVIN, e secretário de obras e serviços públicos, ALBERTO CASALINHO

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Ônibus de Santo André bem avaliados, mas problemas ainda são grandes

28, junho, 2009

Por Adamo Bazani

Ônibus em uma das linhas que servem o Terminal Vila Luzita, saindo do Terminal Oeste de Santo André - Ligação foi considerada uma das mais problemáticas

Ônibus em uma das linhas que servem o Terminal Vila Luzita, saindo do Terminal Oeste de Santo André - Ligação foi considerada uma das mais problemáticas

O jornal Diário do Grande ABC fez uma avaliação feita pelo jornal dos transportes públicos de Santo André. Foram 40 dias, nos quais os repórteres andaram em 33 das 49 linhas que servem a cidade.

A conclusão do jornal: ÔNIBUS DE SANTO ANDRÉ PRESTA BOM SERVIÇO. NO ENTANTO, HÁ PROBLEMAS COMO LOTAÇÃO, FILAS EM TERMINAIS E PARADAS SEM COBERTURA

LINHAS: Entre as linhas que o jornal diagnosticou mais problemas foi em relação às que servem o Terminal Vila Luzita. Segundo o jornal, o ponto forte das linhas que vão até o centro da cidade é o corredor segregado Capitão Mário Toledo. A lotação é a principal falha do serviço. No horário de pico, por volta das 6 da tarde, foram constatadas quatro filas para embarque no Terminal Santo André Oeste, com pessoas se empurrando para entrar logo no ônibus, que sai apinhado, prejudicando os passageiros ao longo do percurso. Já em relação à região da Vila Suíça, há reclamações de grande intervalo entre os ônibus

TERMINAIS: São outros pontos fracos também. No terminal Vila Luzita, segundo a reportagem, a estação é pequena e organizada, mas não oferece luigar para os passageiros esperarem sentados, os banheiros não são limpos, não têm papéis, pápéis toalha, sabonetes e ficam do lado de fora da área de baldeação, impossibilitando que o passageiro da integração use os sanitários. A Expresso Guarará, que coordena o Terminal e os ônibus que servem a região da Vila Luzita, com 15 linhas, entre troncais e alimentadoras, informa que já realiza estudos com a Prefeitura para diminuir intervalos e melhorar as condições do Terminal. Já estações como Utinga e Prefeito Saladino foram consideradas com má estrutura para passageiros, funcionários e veículos

PONTOS: Enquanto são investidas grandes quantias para a repintura de abrigos, a situação dos pontos na cidade de Santo andré poderia ter um investimento melhor. Isso porque, das cerca de 1700 paradas, poucas são do padrão atual.

Há pontos de concreto quebrado, piquetes de madeira e lugares onde simplesmente os pontos não existem fisicamente. Na vila Suíça, uma lombada é um sinal de que lá os ônibus param. Na Avenida Dom Pedro I, o ponto virou a porta de uma Igreja Universal do Reino de Deus.
O Secretário de Obras e Sxerviços Públicos de Santo andré, Alberto Rodrigues Casalinho, afirmou que o objetivo é substitur 800 pontos, mas não há prazo para isso.

FALTA DE INFORMAÇÃO: A falta de um sistema de informação sobre as linhas na cidade é outra deficiência do sistema. Em pouquíssimos pontos há a discriminação das linhas.

NÚMEROS DOS TRANSPORTES DA CIDADE DE SANTO ANDRÉ

Linhas: 49
Ônibus: 391, sendo 369 em operação
Passageiros: Em maio foram transportados 5 milhões 322 mil 499. Média diária de 171 milpassageiros (mais que as populações de Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra juntas)
Paradas: Aproximadamente 1700
Condições da frota: De acordo com a reportagem, é o melhor quesito de avaliação dos ônibus municipais de Santo André. A idade média dos veículos é baixa e de acordo com o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento ambiental de Santo André), os veículos estão poluindo menos. Em 2007, de 338 ônibus vistoriados, metade apresentou desempenho insatisfatóro. Já em 2009, dos 391 veículos da frota, 342 foram aprovados, 33 reprovados e 16 não foram vistoriados.
A população reclama dos micro-ônibus, que apesar de novos, são considerados desconfortáveis e impróprios para algumas linhas de demanda maior, nos quais, é difícil andar sentado.

PESQUISA E SUGESTÕES:

Em 15 dias, a Prefeitura Municipal de Santo André fará uma pesquisa com os usuários para obter reclamações e sugestões. Entre elas estão:
- UMA LINHA DIRETA DA REGIÃO DO TERMINAL VILA LUZITA ATÉ O HOSPITAL MÁRIO COVAS. A demanda é grande, mas o passageiro, com problemas de saúde, muitas vezes, tem de fazer cansativas baldeações e pagar uma segunda tarifa.
- MELHORIA DOS PONTOS.
- MOTORISTAS MAL EDUCADOS
- SUBSTITUIÇÃO DOS MICROS POR CONVENCIONAIS


O usuário, no entanto, não precisa esperar a pesquisa, já que será impossível ouvir todos os passageiros.

Quem quiser, pode entar na página da Prefeitura Municipal de Santo André, e no link de ouvidoria, pode dar estas e outras sugestões, já que agora é o momento de fazê-las, por conta dessa reestruturação prevista.

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Prefeitura de Santo André tira cores vermelhas dos ônibus da cidade

10, junho, 2009

Por Adamo Bazani

Foi uma surpresa para o smoradores de Santo André, no ABC Paulista.  Menos de um ano depois de a padronização da pintura dos ônibus da cidade ter mudado, ainda na administração do prefeito do PT, João Avamileno, os ônibus vão ter de mudar de cor de novo, agora na administração do prefeito Aindan Ravin, do PTB.
A mudança foi tão repentina,que não deu nem tempo de as empresas mudarem todos os ônibus para o Padrão adotado por Avamileno. As empresas que tinham seus ônibus totalmente azuis e mudaram para a faixa vermelha, vão ter de pintar os carrospela terceira vez.
A prefeitura dz que não há questão política nisso e que os ônibus devem ter as cores da bandeira da cidade (branco, azul e amarelo), mas o que justifica ficar pintando toda a hora ?
Analistas políticos da região dizem que o prfeito Aidan Ravin quer tirar da cidade tudo o que lembra o PT, inclusive, a cor vermelha. Além disso, o nome da gerenciadora da cidade EPT (Empresa Pública de Transportes) SATrans (Santo André Transportes)
Os pontos de ônibus vermelhos também foram pintados.
Em entrevista ao jornal Diário do Grande ABC, Aindan Tavin adiantou que em até 4 meses, todos os ônibus serão pintados com padrão adotado.
As empresas de ônibus vão pagar a contar a conta da nova pintura. A Prefeitura não informou quanto elas vão desembolsar com isso.
O site flagrou o ÚNICO carro em operação com as novas cores fazendo a linha T 29 (Vila Suíça /Estação de Santo André), da Viação Guaianazes
Nos pontos, os passgaeiros confusos perguntava: Por que mudar de cor? Não seria melhor usar o dinheiro para aquisição de mais carros novos e manutençlão dos já existentes.
Adamo Bazani

Imagens

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Marcopolo Torino da Viação Guaianazes na nova pintura dos ônibus urbanos da cidade de Santo André - SP.

Pintura anterior, com tons de vermelho.

Pintura anterior, com tons de vermelho.

Pintura ainda mais antiga, usada por anos pela EPT em Santo André.

Pintura ainda mais antiga, usada por anos pela EPT em Santo André.

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Confira as novas regras para dimensões internas de ônibus

10, junho, 2009

Por Adamo Bazani

Reportagem do Diária do Grande ABC sobre as novas medidas para ônibus

Reportagem do Diário do Grande ABC sobre as novas medidas para ônibus

Os ônibus produzidos a partir de primeiro de julho deste ano terão de obedecer novas normas de padronização de espaço interno, estabelecidas pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito).
As poltronas de microonibus e ônibus convencionais (com até dez toneladas) terão de apresentar uma largura mínima de 40 centímetros. Veículos rodoviários e utilizados para longas distâncias terão poltronas com largura de no mínimo 43 centímetros.
Além disso, a largura mínima dos corredores será de 65 centímetos.
As medidas são para oferecer mais conforto aos passageiros que há muito tempo têm reclamado do aperto de alguns modelos, inclusive novos.
A distância entre as poltronas e bancos terá de ser no mínimo de 30 centímetros, e será obrigada a colocação de saída de emergência no teto dos ônibus. Elas podem ser de basculantes ou de vidro temperado, para quebrarem se necessário.
Em relação aos ônibus com cadeirantes, um dos lados da cadeira de rodas terá de encostar na lateral interna do veíclo e não mais as rodas estarem encontradas nas paredes dos ônibus.
EMPRESÁRIOS: Os empresários de ônibus reclamam das medidas. Eles acreditam que as alterações aumentarão o preço dos ônibus. A opinião é compartilhada pelas encarroçadoras, mas elas não arriscam a falar sobre o quanto as medidas aumentarão o valor dos veículos.
Em matéria publicada pelo Jornal Diário do Grande ABC, no caderno de Economia, de 27 de maio de 2008, o presidente da Aesa (Associação Das Empresas de Ônibus de Santo André), Luiz Marcondes, afirma que as determinações ferem acordos anteriores e que o empresário terá de repassar estes supostos custos maiores. A associação representa seis viações. “Dos 320 ônibus da frota de Santo André, 200 têm menos de um ano de uso. De repente, eles, apesar de novos, estarão ultrapassados. É preciso que haja uma coerência e um posicionamento mais claro” – diz Luiz Marcondes ao jornal Diário do Grande ABC.
PRAZOS: As empresas encarroçadoras terão dois anos para adequar os ônibus novos que já foram projetados. Os ônibus fabricados antes de primeiro de julho não precisam seguir as determinações, mas em todos, independentemente da idade, terão de ser instaladas faixas reflexivas, como as de caminhão, para facilitar a visibilidade.
IMPRENSA: Os jornais, rádios e Tvs começam a noticiar as mudanças agora. Acima, a reportagem do Diário do Grande ABC de 27 de maio e a seguir um link da edição do Jornal Nacional de 08 de junho.

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Viação Três Marias recebe novos ônibus em Porto Velho

9, maio, 2009

A empresa de transporte coletivo urbano Viação Três Marias, da cidade de Porto Velho – RO, comemora a chegada de novos 14 ônibus novos para sua frota, que passam a integrar o sistema de transporte urbano da capital do estado de Rondônia.

Os veículos recém-chegados possuem carroceria Marcopolo Torino geração 7 e chassis Volkswagen 15-190 EOD ou Mercedes-benz OF-1418, ambos com motor dianteiro.

Veja as fotos do amigo e colaborador do Ônibus Brasil em Rondônia, César Castro.

Três Marias 209127

Três Marias 209127

Ônibus em exposição em Porto Velho

Ônibus em exposição em Porto Velho

Um dos veículos novos já em operação

Um dos veículos novos já em operação

Três Marias 209130 - Exposição em Porto Velho

Três Marias 209130 - Exposição em Porto Velho

Três Marias 209130 em operação

Três Marias 209130 em operação

Três Marias 209132

Três Marias 209132

Três Marias 209133 em exposição na cidade de Porto Velho

Três Marias 209133 em exposição na cidade de Porto Velho

Três Marias 209034 em meio a outros veículos novos

Três Marias 209034 em meio a outros veículos novos

Traseira do Três Marias 209139

Traseira do Três Marias 209139

Três Marias 209140

Três Marias 209140

Veja também:

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Prefixos: Sistema de prefixos da cidade de Curitiba

7, maio, 2009

Mais uma vez, com explicação do amigo e colaborador do Ônibus Brasil, Thiago Barboza Crespo, na foto de um Viale da Auto Viação Mercês, criamos a lista das iniciais dos prefixos do sistema de transporte urbano da cidade de Curitiba – PR.

No sistema de prefixos da cidade, a primeira letra identifica a empresa proprietária do veículo e a segunda, a categoria de serviço prestada.

Inicias para empresa
Primeira Letra Empresa
A Auto Viação Marechal
B Transporte Coletivo Glória
C Auto Viação Nossa Senhora da Luz
D Empresa Cristo Rei
E Auto Viação Nossa Senhora do Carmo
F URBS (extinta)
G Viação Cidade Sorriso
H Auto Viação Redentor
J Auto Viação Água Verde
L Auto Viação Curitiba
M Auto Viação Mercês
Iniciais para categoria
Segunda letra Categoria Cor da pintura
A Alimentador: Ligação entre bairros da periferia e terminais integrados. Laranja.
B Interbairros: Integração entre terminais. Verde água
C Convencional: Linhas que passam pelo centro da cidade Amarelo cádmio escuro
D Biarticulado: Transportam elevado contingente de passageiros. Vermelho cádmio claro
F (extinto) Acessibilidade: Designava veículos adaptados para facilitar o acesso a portadores de necessidades especiais. Amarelo
G Alimentador (novo): Utilizado por empresas com grandes frotas, onde não há mais opções de combinação numérica. Exemplo: 18A99, o posterior foi o 18G01. Laranja cádmio
H Inter Hospitais: Linhas que interligam os hospitais de Curitiba. Branco
J (extinto) Linha Turismo: Linhas que interligavam os principais pontos turísticos da cidade de Curitiba. Verde folha
L Linha direta (ligeirinhos): Linhas que param apenas em terminais e estações tubo ao longo da linha. Prateado
M (extinto) Metropolitano: Designava ônibus metropolitanos. Diversas
N Micro-ônibus e micrões: Micro-ônibus e micrões de várias categorias.
R Articulados: Todos os veículos que são articulados, de todas as categorias.
S Ensino especial: Veículos utilizados para transportar crianças com necessidades especiais à escola Azul cerúleo
T Linha turismo: Interligam os principais pontos turísticos da cidade de Curitiba. Brancos (antiga) / Verde Inglês (atual)
Y Veículo em teste: Destinado a veículos de diversas categorias cuja carroceria e/ou chassi esteja em testes.

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Ônibus importado Padane/Iveco é descoberto em Rondônia – Parte 2

27, abril, 2009

Veja aqui a primeira parte deste artigo!

Mais algumas fotos, todas de autoria de José Marcos Cabral Filho.

Motor IVECO.

Motor IVECO.
Traseira da carroceria Padane possui design diferenciado em relação as carrocerias brasileiras da mesma época.

Traseira da carroceria Padane possui design diferenciado em relação as carrocerias brasileiras da mesma época.

Linhas da traseira e lateral.

Linhas da traseira e lateral.

Logotipo da montadora italiana Padane.

Logotipo da montadora italiana Padane.

Frente do ônibus Padane.

Frente do ônibus Padane.
Frente e lado esquerdo.

Frente e lado esquerdo.
Frente e lateral esquerda.

Frente e lateral esquerda.

Mais fotos podem ser vistas no Mural de José Marcos Cabral Filho.

Videos do modelo em outros países.

Links

Lista de links interessantes sobre a Padane

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Ônibus importado Padane/Iveco é descoberto em Rondônia – Parte 1

27, abril, 2009
Ônibus italiano Padane/Iveco encontrado por José Marcos Cabral Filho em Rondônia

Ônibus italiano Padane/Iveco encontrado por José Marcos Cabral Filho em Rondônia

Buscando no Google com os termos “padane bus italy” não encontramos muitos artigos relacionados, sobre a fabricante de carrocerias Italiana Padane. Entretanto, se em terras italianas já parece ser difícil encontrar algo sobre a empresa, imagine encontrar um modelo original da marca, em solo brasileiro!

 

E foi justamente isso que o colecionador e colaborador do Ônibus Brasil, José Marcos Cabral Filho, encontrou no estado de Rondônia.

Veja nesta postagem algumas fotos do ônibus encontrado no Brasil e também alguns links e vídeos interessantes sobre as carrocerias Padane.

Fotos

   

 

Identificação do chassi Iveco

Identificação do chassi Iveco

   

 

Calotas originais da IVECO permanecem conservadas

Calotas originais da IVECO permanecem conservadas

   

 

Raridade no Brasil, o modelo mantém logotipos e plaquetas originais dos fabricantes.

Raridade no Brasil, o modelo mantém logotipos e plaquetas originais dos fabricantes.

   

 

Veículo emplacado em Porto Velho - RO.

Veículo emplacado em Porto Velho - RO.

   

 

Estribo com o nome da fabricante da carroceria

Estribo com o nome da fabricante da carroceria

   

 

Interior com ampla área envidraçada

Interior com ampla área envidraçada

   

 

Ampla entrada de luz ambiente pela área envidraçada.

Ampla entrada de luz ambiente pela área envidraçada.

   

 

Posto do motorista do veículo

Posto do motorista do veículo

   

 

Poltronas estofadas

Poltronas estofadas

   

 

Painel de instrumentos IVECO.

Painel de instrumentos IVECO.

   

 

Plaqueta em italiano identifica a capacidade do veículo.

Plaqueta em italiano identifica a capacidade do veículo.

   

 

Área de visão ampla para o condutor do veículo.

Área de visão ampla para o condutor do veículo.

Segunda parte (continuação) deste artigo.

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