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Arquivo de julho, 2009

Reajuste da tarifa de ônibus na cidade de Londrina – PR

31, julho, 2009

Por Tadeu Carnevalli

Valor da passagem sofre reajuste de 5% e passa a custar R$ 2,10 a partir de domingo (2/8/2009)
Transporte coletivo na cidade de Londrina - PR

Transporte coletivo na cidade de Londrina - PR

Foi anunciado na tarde desta quinta-feira, em entrevista coletiva do prefeito da cidade de Londrina, Barbosa Neto, e pelo presidente da CMTU – Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização, Lindomar Mota do Santos, o reajuste de 5% da tarifa dos ônibus urbanos na cidade de Londrina. O aumento de tarifas é justificado pela recomposição de preços de itens da planilha de custos do sistema de transporte urbano.

Em dezembro de 2008,  um novo reajuste foi proposto ao término do mandato do então prefeito Nedson Micheleti, estabelecendo o valor das tarifas em R$ 2,12 para passageiros usuários do sistema de bilhetagem eletrônica e R$ 2,25 para a compra em dinheiro. Porém, a medida foi derrubada pela Justiça, sobretudo em virtude do escalonamento de valores previsto, considerado ilegal.

Com informações da Folha de Londrina, 31 de julho de 2009.

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Neobus Spectrum Road em testes no norte do Paraná

25, julho, 2009

Por Tadeu Carnevalli

Neobus Spectrum Road 370 em testes na Viação Garcia. Foto em Londrina.

Neobus Spectrum Road 370 em testes na Viação Garcia. Foto em Londrina.

Foi visto nas cidades de Maringá e Londrina, ambas no norte do Paraná, o Neobus Spectrum Road 370 rodando a serviço da Viação Garcia, da cidade de Londrina.

O veículo amarelo com placas de Caxias do Sul – RS, conta com chassi Mercedes-Benz O-500RS e foi testado pela Viação Garcia, na ocasião, na linha Guaíra – Londrina.

Veja abaixo o vídeo e as fotos, com a participação de Victor Hugo Guedes Pereira, de Maringá – PR.

Spectrum Road 370 em testes na Viação Garcia – Video na rodoviária de Londrina, por Tadeu Carnevalli

Imagens

Neobus Spectrum Road 370 em testes na Viação Garcia. Foto em Maringá.

Neobus Spectrum Road 370 em testes na Viação Garcia. Foto em Maringá.

Neobus Spectrum Road 370 em testes na Viação Garcia. Foto em Londrina.

Neobus Spectrum Road 370 em testes na Viação Garcia. Foto em Londrina.

Neobus Spectrum Road 370 em testes na Viação Garcia. Foto em Londrina.

Neobus Spectrum Road 370 em testes na Viação Garcia. Foto em Londrina.

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Ônibus podem parar em Diadema – SP

25, julho, 2009

O Sindicato dos Empregados em Fiscalização no Transporte, que representa os 1300 funcionários da Viação Imigrantes, não descarta a possibilidade de uma greve nos serviços municipais da empresa no início do mês de agosto.
É que a viação ameaça não realizar os pagamentos do dia 5 porque alega que a Prefeitura Municipal de Diadema não repassou os valores referentes ao Vale-Transporte usado pelos usuários e arrecadados pela Prefeitura.
A Viação Imigrantes enviou um documento ao sindicato dizendo que a prefeitura deve aproximadamente 3 milhões de reais à empresa. Para o pagamento do dia 20, os diretores da Imigrantes, afirmaram no documento, que tiveram de fazer empréstimos. Mas que para do dia 5, se a Prefeitura não repassar os valores, os funcionários ficarão sem receber.
Para o Sindicato, independentemente do impasse entre empresa e prefeitura, os empregados não podem ser penalisados. O diretor da entidade sindical, Luiz de Oliveira Campos, não descarta a decretação a qualquer momento de estado de greve e paralisação após a data do pagamento, se os salários não forem compensados.
A Prefeitura de Diadema admite que deve à empresa. Mas afirma que não são 3 milhões de reais e sim 220 mil reais.
Na última terça-feira, o poder público municipal afirma ter depoisitado 132 mil reais para empresa, restando apenas 220 mil reais. Números contestados pela Imigrantes.
A situação financeira da Prefeitura de Diadema é delicada. A Justiça determinou o sequestro dos cofres públicos da cidade para pagamento de precatórios (dívidas cujo pagamento é feito depois de determinação judicial). Já foram pagos em precatórios 23 milhões de reais.
Além da Viação Imigrantes, a prefeitura deve a outros credores de diversos serviços, além de transportes.
A Viação Imigrantes transporta diariamente cerca de 40 mil passageiros.

Texto: Adamo Bazani, com base em reportagem do Diário do Grande ABC.

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Ônibus é apontado como solução urgente para a Copa do Mundo

20, julho, 2009

Por ADAMO BAZANI

Feira e Ciclo de Palestras em São Paulo discute transportes em toda América Latina. Necessidade de investimentos em soluções rápidas para preparar o Brasil para a Copa do Mundo e a diversidade de carências do País foram a tônica principal da Transpúblico


A FIFA já fez o alerta: os investimentos no setor de transportes no Brasil, principalmente nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 estão a passos muito lentos.

Em contra-partida, o Ministro das Cidades, Márcio Fortes, salientou que já estão previstos recursos de aproximadamente 4 bilhões de reais para o setor de transporte público nas cidades que receberão as delegações mundiais, dentro do chamado PAC - Programa de Aceleração do Crescimento – da Copa do Mundo.

Apesar de a cifra parecer ser alta e 2014 parecer distante, a verdade é que esses recursos e prazo são apertadíssimos quando se trata em investimentos em transporte.

Algumas cidades já não dão conta de maneira digna nem de seus passageiros habituais, quanto mais de turistas, que aumentarão a demanda por transportes públicos e obviamente vão exigir um serviço de qualidade.

A imagem do Brasil no Mundo, que será projetada pelo Mundial, depende para uma boa fama de soluções nas áreas de segurança pública e transporte.

Essa foi a tônica principal dos debates da Terceira Edição da Transpúblico e do 22º Seminário da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), entre os dias 14 e 16 de julho, no Transamérica Expo, zona Sul da Capital Paulista.

O blog esteve lá e acompanhou propostas e debates não só de empresários de ônibus e fabricantes, mas de especialistas no setor.

ÔNIBUS URBANO DE 15 METROS, INDICADO PARA CORREDORES SEGREGADOS, APONTADOS COMO SOLUÇÃO RÁPIDA PARA ATENDER A DEMANDA NA COPA DO MUNDO

ÔNIBUS URBANO DE 15 METROS, INDICADO PARA CORREDORES SEGREGADOS, APONTADOS COMO SOLUÇÃO RÁPIDA PARA ATENDER A DEMANDA NA COPA DO MUNDO

BRT – Solução Rápida e Menos Cara: Entre especialistas, empresários e administradores públicos, o consenso foi de que o transporte ferroviário, com malha maior de Metrô de “dignificação” da malha de trens já existente, seria a solução mais próxima do ideal, porém, a mais cara e difícil de ser aplicada, principalmente em pouco menos de 5 anos.

Com base nos investimentos que foram realizados na Copa do Mundo da Alemanha, realizada em 2006, e em outras cidades que não abrigaram Mundiais ou jogos esportivos, mas que precisaram de soluções rápidas, o exemplo vem do BRT (Bus Rapid Transit), o ônibus de trânsito rápido, que consiste em oferecer em corredores segregados das outras vias de rolamento, um sistema de ônibus de média e alta capacidades, com rapidez e conforto.

De acordo com Marcos Bicalho, em palestra, diretor-superintendente da NTU, cada quilômetro de um BRT, um corredor exclusivo, custa aproximadamente US$ 10 milhões de contra US$ 50 bilhões de um sistema VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos) e contra US$ 90 milhões de metrô.

E Bicalho garante que se as linhas forem bem projetadas e os ônibus usados nestes corredores forem do modelo ideal, os benefícios serão os mesmos que os oferecidos pelo sistema de trilhos, com a vantagem de o custo de operação e instalação ser menor, além de necessitar mexer menos com a paisagem urbana, havendo menos escavações, obras de risco e desapropriações.

ÔNIBUS COM PISO BAIXO TOTAL, SEM DEGRAUS NO MEIO DO CORREDOR. INDICADO PARA PISTAS SEGREGADAS E COM FÁCIL ACESSO PARA PASSAGEIRO

ÔNIBUS COM PISO BAIXO TOTAL, SEM DEGRAUS NO MEIO DO CORREDOR. INDICADO PARA PISTAS SEGREGADAS E COM FÁCIL ACESSO PARA PASSAGEIRO

DEMOS O EXEMPLO QUE NÃO SEGUIMOS: E por incrível que possa parecer, um dos países que apresentou o BRT nos padrões modernos para todo o mundo foi o Brasil. “No entanto, elaboramos a lição de casa, mas não fizemos completamente.” A opinião é do ex governador do Paraná, Jaime Lener, que esteve no ciclo de palestras e na feira.

Nos anos 70, chamado de audacioso por deixar a opção de Metrô de lado, Lerner implantou em Curitiba um dos primeiros sistemas BRT da América Latina, com os ônibus em vias segregadas e estações tudo.

A idéia foi de criar linhas que ligassem os extremos da cidade em corredores, dando prioridade ao transporte público. Estas linhas contam com veículos de média e grande capacidade, como ônibus alongados, articulados ou bi-articulados.

O sistema foi considerado um sucesso. Foi seguido pela Colômbia, Chile, México, China, Reino Unido e Estados Unidos. Engenheiros públicos e de empresas visitavam Curitiba para estudar a tecnologia desenvolvida no Brasil. Mas o Brasil mesmo pouco a seguiu.

ÔNIBUS PARA SISTEMA DE TRÂNSITO RÁPIDO EM CORREDOR. TECNOLOGIA BRASILEIRA RODANDO NO CHILE. “Criamos o exemplo mas não seguimos”

ÔNIBUS PARA SISTEMA DE TRÂNSITO RÁPIDO EM CORREDOR. TECNOLOGIA BRASILEIRA RODANDO NO CHILE. “Criamos o exemplo mas não seguimos”

Há alguns trechos na Capital Paulista, poucos com a concepção de via segregada e pontos de ultrapassagem, no Corredor ABD (São Mateus – São Paulo a Jabaquara – São Paulo, servindo as cidades de Diadema, Mauá, São Bernardo do Campo e Santo André), e outros projetos em alguns municípios brasileiros.

Aliás, a base do Corredor ABD foi apontada no evento como uma das alternativas diretas para a Copa. O serviço já vai até a região da Berrini, na zona Sul de São Paulo. O prolongamento do serviço segregado até a região do Estádio do Morumbi, que deve abrigar os principais jogos da Copa, seria um reforço interessante para o sistema ferroviário da região.

Lerner, no entanto, lembrou que mesmo o BRT sendo uma iniciativa mais rápida, a hora para implementá-lo em alguns casos e expandi-lo, é agora.

No evento foi discutido também o fato de muitos estádios não terem estacionamentos suficientes para a demanda de quem utilizará o automóvel.

E mais uma vez, até para quem usa o carro, os transportes coletivos podem ser a solução. Isso porque, a exemplo do que aconteceu na Alemanha na Copa e na China, nos últimos jogos olímpicos em 2008, as administrações públicas, em parceria com a iniciativa privada, criaram bolsões de estacionamento a alguns quilômetros dos centros esportivos. De lá, os motoristas eram levados de ônibus de média e alta capacidade para os estádios. A medida é para evitar aglomerações e vias sem a possibilidade de circulação devido aos congestionamentos nas imediações dos estádios.

BRASIL: UM PAÍS CONTINENTAL, DE DIVERSIDADES, QUE EXIGE UM TRANSPORTE QUE ATENDA ESTAS DIVERSIDADES

A Copa do Mundo não foi o único assunto discutido na Transpúblico, evento promovido pela NTU, Abrati (Associações que representam empresas de ônibus) e Fabus (que reúne as encarroçadoras).

Com a participação de mais de 70 empresas, entre montadoras, encarroçadoras, empresas de auto-peças e acessórios, montadoras, revendedoras e viações, foi demonstrada uma visão que já vinha nascendo aos poucos nos operadores e administradores de transportes: apesar de ser necessário uma política nacional para o setor, o Brasil é um país de grande diversidade econômica, cultural e territorial, e os transportes também devem ser pensados localmente, para atender a cada demanda.

Se, antigamente, um modelo de ônibus tinha de servir para o País todo, hoje os fabricantes são unânimes de que deve haver um atendimento específico para cada região e passageiro.

E a gama de modelos apresentados na feira mostrou isso.

Para cidades que necessitem de corredores exclusivos e possuem grande número de passageiros, foram apresentados veículos e chassis articulados, bi-articulados e trucados (três eixos) urbanos.

E cada cidade tem uma legislação e uma necessidade diferente, principalmente para portadores de deficiência física. Por isso, além do tamanho destes chassis, as formas de apresentação são agora mais variadas (piso baixo para os corredores), elevadores para pisos que não permitem ônibus com assoalhos próximos ao solo e o sistema Low Entry, intermediário para os dois casos, no qual, ao parar no ponto, por sistema pneumático, o ônibus “se abaixa” para o embarque do passageiro.

Uma opção interessante para ônibus com acessibilidade para portadores de deficiência ou locomoção limita, apresentada este ano pela Volvo é o chassi B9 SALF. Com carroceria Caio Mondego LA, o ônibus inteiro é de piso baixo, evitando os degraus internos, em carrocerias cuja frente e meio têm piso baixo, mas da metade para trás, o piso é convencional, havendo a necessidade de degraus no meio do corredor do ônibus.

 ÔNIBUS MIDIS, OS MICRÕES: CUSTO MENOR, DISPENSA DO SALÁRIO DO COBRADOR E VERSATILIDADE ATRAEM EMPRESÁRIOS

ÔNIBUS MIDIS, OS MICRÕES: CUSTO MENOR, DISPENSA DO SALÁRIO DO COBRADOR E VERSATILIDADE ATRAEM EMPRESÁRIOS

PREFERÊNCIA DO EMPRESARIADO: Apesar de os ônibus de média e alta capacidade serem apontados como soluções para as grandes cidades, o evento foi nacional e contemplou empresas de várias regiões do Brasil, que possuem condições de asfalto precárias, ruas e avenidas estreitas e linhas em bairros com muitos desníveis curvas. Por isso, os chassis e carrocerias midi, os chamados micrões, intermediários entre micro-ônibus e ônibus convencionais eram os mais procurados quando os representantes dos fabricantes perguntavam aos empresários: “Qual seu modelo de interesse?”

Além das razões acima, os custos de manutenção destes veículos são menores e, uma triste realidade social, dispensam cobradores, mão de obra a menos para pagar salário.

Alguns micrões, como Sênior Midi, Spectrum, Foz Super, oferecem capacidade de passageiro igual a alguns ônibus antigos, como Vitória, Amélia e Gabriela, mas sem o cobrador e com consumo e manutenção menores.

Em algumas cidades, empresas inteiras já operam com micrões. Solução que ainda é alvo de contestações, já que o motorista tem de dirigir e cobrar ao mesmo tempo, num veículo cujas dimensões são um pouco inferiores aos convencionais. Mas o mercado de chassi e carrocerias não perdeu tempo e a gama destes veículos é bastante grande.

TRANSPORTE ESCOLAR: Outro grande desafio para o setor de transportes no País é a locomoção de estudantes, principalmente em áreas rurais ou com pavimento precário.

Enquanto escolas particulares nos grandes centros urbanos já oferecem veículos com todas as condições de segurança, em algumas cidades do interior do Brasil, a vida de estudantes é colocada em risco.

Quando há ônibus, a maioria é sem nenhuma adaptação para transporte de crianças do primeiro grau, os veículos são velhos, com idade entre 20 e 30 anos, que um dia já foram operados em cidades grandes. Os veículos não possuem manutenção e nem preparo para enfrentar lama e barro. O estudante também é obrigado a dividir espaço com trabalhadores rurais e pessoas que precisam ir ao médico e não contam com transporte específico.

Onde há incentivo público, no entanto, a situação começa a mudar. E a indústria oferece opções.

ÔNIBUS “FORA DE ESTRADA” PREPARADO PARA TRANSPORTE DE ESTUDANTES EM LOCAIS DE DIFÍCIL ACESSO

ÔNIBUS “FORA DE ESTRADA” PREPARADO PARA TRANSPORTE DE ESTUDANTES EM LOCAIS DE DIFÍCIL ACESSO


Chamaram a atenção na Transpúblico dois modelos de ônibus “off road”, para fora de estrada. O micro Mascarello Gran Mini e o midi Caio Foz Super. Eles possuem visual de fora de estrada, quebra mato e o principal, a suspensão é bem elevada, deixando o piso a uma distância do solo, suficiente para o veículo enfrentar lama, buraco e desnível, levando estudante e funcionário de escola com segurança. Para as crianças menores o Foz Super oferece banco cm capacidade para três crianças cada.com cinto de segurança. O espaço para cadeira de rodas.

A REAÇÃO DO TRANSPORTE TERRESTRE DE PASSAGEIROS:

VEÍCULOS QUE SÃO VERDADEIROS AVIÕES TEREESTRES. RESPOSTA DOS FABRICANTES E DAS EMPRESAS AO CRESCIMENTO DO NÚMERO DE PASSAGEIROS DE AVIÕES

VEÍCULOS QUE SÃO VERDADEIROS AVIÕES TEREESTRES. RESPOSTA DOS FABRICANTES E DAS EMPRESAS AO CRESCIMENTO DO NÚMERO DE PASSAGEIROS DE AVIÕES

Outro ponto que ficou evidente na exposição e que demonstra uma preocupação dos empresários do setor de transporte terrestre de passageiros é a reação ao crescimento do mercado aéreo barato.

A passagem do avião para alguns lugares quase é do mesmo valor da passagem de ônibus, o que faz o usuário optar pela forma mais barata de viagem.

Além de oferecer preços competitivos, a opção para o empresário do setor terrestre é oferecer qualidade no serviço.

A indústria de ônibus percebeu isso e viu que as soluções estão em pequenos detalhes.

Assim, na feira, foi possível encontrar verdadeiros “aviões terrestres”.

Ônibus de luxo que oferecem mimos para o passageiro e até um conforto bem maior que um avião de classe econômica. Veículos com bancos que viram cama, com climatizadores de ar, equipamentos de som e imagem de última geração, na era do LCD e Full HD, entre outros “luxos” que há 20 anos eram impensáveis nos ônibus.

ÔNIBUS, BOM GOSTO E ESTÉTICA:

PASSAGEIRO REPARA SIM NO DESIGN DO ÔNIBUS. A INDÚSTRIA DO SETOR NA ÚLTIMA DÉCADA TEM DADO ATENÇÃO ESPECIAL ÀS LINHAS DO VEÍCULO E À PINTURAS QUE MOSTRAM SEGURANÇA E BELEZA, COMO AS PINTURAS QUE REFLETEM A LUZ A NOITE

PASSAGEIRO REPARA SIM NO DESIGN DO ÔNIBUS. A INDÚSTRIA DO SETOR NA ÚLTIMA DÉCADA TEM DADO ATENÇÃO ESPECIAL ÀS LINHAS DO VEÍCULO E À PINTURAS QUE MOSTRAM SEGURANÇA E BELEZA, COMO AS PINTURAS QUE REFLETEM A LUZ A NOITE

Além dos equipamentos de luxo, de acordo com os palestrantes, uma arma para o setor de transportes é a estética.

A indústria pensava menos nisso há uma década, mas o passageiro se importa sim com ônibus bonitos.

Veículos de linhas modernas e pinturas que reluzem até a noite foram o grande atrativo do público. Destaque para os modelos Irizar PB, da Geração Sete da Marcopolo e do Panorâmico DD da Busscar.

A feira mostrou que o público em geral se interessa por transporte, mesmo que inconscientemente e que o setor agora começa a entrar nos trilhos (apesar de ser ônibus), e a pensar que o País tem uma necessidade geral, mas demandas específicas e localizadas e que o passageiro, ou mesmo o motorista do carro ao lado, tem senso estético e que o ônibus devem em suas linhas oferecer conforto, o que é mais que obrigação, mas também harmonia e beleza. Afinal, o ônibus faz parte da paisagem das cidades e estradas.

Notícias

Novo recurso para facilitar a catalogação das fotos enviadas no site

12, julho, 2009

Esta é uma dica para todos aqueles que participam do Ônibus Brasil enviando fotos. Atendendo às sugestões enviadas por vários colaboradores do site, elaboramos mais uma forma que permite a catalogação das fotos. Agora, não é mais necessário catalogar as fotos na área restrita para membros do site (http://membro.onibusbrasil.com). Basta fazer login na página inicial da área do membro para liberar a edição dos dados de qualquer fotografia enviada por você, diretamente na foto. Veja o esquema abaixo.

1º Passo: Vá até http://membro.onibusbrasil.com/ e faça login.

Primeiro passo: Login na área restrita para membros.

Primeiro passo: Login na área restrita para membros.

2º Passo: entre no endereço da sua galeria pessoal ou em qualquer foto sua publicada no site.

Opção para editar dados da foto na sua galeria pessoal.

Opção para editar dados da foto na sua galeria pessoal.

http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1203744-5606,00-OCULOS+DE+ESTILO+NERD+SAO+A+TENDENCIA+PARA+HOMENS.html

Opção para editar dados da foto no área geral do site

3º Passo: Clique no link e será aberta uma janela para edição dos dados desta fotografia. Faça as alterações necessárias e clique no botão para salvar. A janela será fechada e os dados da fotografia serão atualizados.

Janela aberta para edição dos dados da fotografia.

Janela aberta para edição dos dados da fotografia.

Enquanto você permanecer logado no Ônibus Brasil, será mostrado ao lado do logotipo do site (canto superior esquerdo das páginas) seu nome de usuário e uma opção para “Sair” do site. Lembre-se de utilizar esta opção quando não quiser mais ter acesso às funções administrativas do site, colaborando à segurança das informações salvas por você no site, evitando que alguém altere sem o seu conhecimento.
Esperamos que este novo recurso seja muito útil a todos!
Um abraço.
Equipe Ônibus Brasil

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Passageiros de ônibus têm agora novos direitos. Bilhetes valem por um ano e empresas são responsáveis por atraso

10, julho, 2009
Por Adamo Bazani

Lei amplia direitos do passageiro

Lei amplia direitos do passageiro

Usuário também pode desistir de viagem e pedir reembolso em até 30 dias

Lei Federal, publicada no Diário Oficial da União, garante novos direitos a passageiros de ônibus intermunicipais rodoviários, interestaduais e internacionais.
Agora os direitos se assemelham aos que já eram assegurados para usuários de avião.
Já é possível desistir de uma viagem com reembolso garantido e empresas vão ter de pagar hospedagem em caso de atrasos ou quebras de ônibus no meio da viagem.
Confira os principais direitos:

PASSAGEM VÁLIDA POR UM ANO: As passagens agora, mesmo com data e horário marcados, valem por um ano. Caso o passageiro não use o ônibus naquela data marcada, o bilhete será válido por um ano, a partir da data de emissão, e vale como passagem, sem custos adicionais, mesmo se houver aumento de tarifa, para outra viagem.
DESISTÊNCIA: Quem desistir da viagem antes do embarque tem direito ao reembolso total do valor. O prazo máximo para a devolução do valor por parte da empresa é de 30 dias a partir da compra a vista ou a partir do pagamento da fatura do cartão de crédito, caso a passagem tenha sido adquirida por essa forma de pagamento.
ATRASOS DE UMA HORA: Em caso de atrasos de por mais de uma hora, a empresa de ônibus é obrigada a disponibilizar outro veículo ou embarcar o passageiro em ônibus de outra empresa com itinerário semelhante.
QUEBRAS, ACIDENTES SEM VÍTIMAS E ATRASOS SUPERIORES A TRÊS HORAS: Em ocorrências que impossibilitam o prosseguimento ou início da viagem por mais de três horas, quando não há veículo substituto ou linha semelhante, a empresa de ônibus deve pagar alimentação e hospedagem para passageiros
TROCA DE CLASSES DE SERVIÇO: Se caso o ônibus convencional quebrar e o próximo for um executivo ou leito, o passageiro deve ser embarcado no ônibus de classe superior, sem custo adicional. Já ao contrário, se o passageiro pagar por um serviço e por algum problema for embarcado num ônibus de qualidade inferior, a empresa de ônibus devem pagar a diferença.
INFORMAÇÕES AOS USUÁRIOS: Todas essas informações, com os direitos dos usuários e deveres da empresa devem constar nos guichês, rodoviárias, passagens e veículos de forma clara e com letras com um tamanho que não ofereça dificuldade para leitura.
CONTROLE DE TRÁFEGO: As empresas devem manter sistemas que informem ao motorista as condições de tempo e tráfego, além de ocorrências, por onde trafegar. Essas informações devem ser passadas pelos motoristas ou funcionários da empresa de ônibus para os passageiros.

A Abrati, associação que representa as empresas de ônibus intermunicipais rodoviários, interestaduais e internacionais afirmou que as viações já cumprem muitos pontos da lei e que os novos direitos serão respeitados.


Adamo Bazani, repórter da CBN, busólogo e passegeiro de ônibus, um pouco mais feliz

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Dica Busóloga e Histórica: Passeio em ônibus jardineira na cidade de São Paulo

7, julho, 2009
Por Adamo Bazani

Jardineira Ford 1932

Jardineira Ford 1932

Passeio de Jardineira em Tradicional Bairro de São Paulo é uma viagem na história da cidade. O ronco do motor remete a uma época saudosa, mesmo que desconhecida para muitos.

É possível mesmo com o corre-corre de São Paulo, os imóveis e prédios modernos e a grande população, dar uma volta ao passado? Matar saudade ou sentir um pouquinho de uma época que muitos admiram, mas não viveram?
Sim, é possível. E as “máquinas do tempo”, são duas Jardineiras, ônibus antigo, bem diferente da configuração dos veículos atuais, uma de 1931 e outra de 1932.
O passeio nestes ônibus é uma dica para quem gosta de veículos de transporte coletivo, para quem é interessado na história da cidade de São Paulo, ou simplesmente, para quem está cansado da mesmice do Shopping e Cinema.

Jardineira Ford 1931

Jardineira Ford 1931

E os simpáticos ônibus parecem uma máquina do tempo mesmo.
Quando os motores Ford dos anos 30 são ligados e os veículos começam a transitar pela região do Ipiranga, tradicional bairro de São Paulo, palco da Independência do Brasil, a sensação é de estar numa época gostosa.
É claro, os velhos ônibus são ultrapassados pelos novos, como os Caio Mondego Articulados de última geração da Viasul, que passam pela região. É possível ver trânsito, o caos da cidade, mas também, com as vagarosas avançadas das jardineiras, pode-se notar uma São Paulo diferente, que passa rápido pela nossa frente, mas que não é percebida.
A começar pelas ruas de paralelepípedo que ainda são conservadas no bairro.
A guia da viagem mostra edificações que nos fazem imaginar como era uma São Paulo mais tranqüila, mais simples, mas ao mesmo tempo, mais clássica.
E na viagem no tempo, que dura 25 minutos em média, é possível ver que desde o início do século passado, São Paulo já era a cidade das diversidades.
Em algumas ruas, casas ainda com a janela e a porta que dão direto para a calçada, bem no estilo operário do bairro. Construções simples e aconchegantes. Em outras ruas, grande edificações, como o próprio Museu do Ipiranga, o Mosteiro onde viveu e morreu a beatificada Madre Paulina, hoje ocupado por uma faculdade, mas com as características mantidas, o casarão onde morou o famoso advogado e figura importante na história de São Paulo, Ricardo Jafet, entre outras preciosidades do bairro do Ipiranga, escondidas pelas modernidades e principalmente pela correria do cotidiano.
E dirigir uma Jardineira dessa é uma arte.
Para se ter uma idéia, a direção, do veículo de menos de 6 metros de comprimento é tão pesada, que é mais confortável fazer as estreitas curvas do Ipiranga com os gigantes Caio Mondego, de 18 metros. As quatro marchas têm de ser trocadas no tempo certo. A suspensão, é dura, mas o balanço da jardineira é gostoso.
O ronco do motor é diferente e chama a atenção, mesmo de quem não é busólogo. Prova disso foram as

Motor da jardineira Ford 1931

Motor da jardineira Ford 1931

pessoas que tiravam fotos e faziam perguntas nas paradas das jardineiras.
Mas por que Jardineira? Porque não eram chamadas de ônibus, nome de origem francesa, do final do século XIX, que significa “para todos”, remetendo a algo coletivo.
Mais uma vez a história explica. Segundos profissionais mais antigos e a guia do passeio, o nome se dá por causa das operárias dos anos 30, da região da Mooca e Ipiranga, bairro antes cujo nome era escrito com Y. Y significava Rio e o restante do nome – Rio Vermelho.
Os ônibus, com as laterais abertas, transportavam na ida e na volta as operárias, que usavam chapéus floridos.
Por este formato de carroceria, toda aberta na lateral, e pelas flores dos chapéus, taxistas, artesãos, padeiros e até os próprios motoristas falavam que os ônibus pareciam jardineiras, e o nome pegou.
O cheiro da gasolina, nesta época no Brasil os ônibus não eram a Diesel, misturava-se com o perfume das operárias.
Ser cobrador era uma profissão de risco. Ele andava no estribo do veículo em movimento, que patinava nas subidas de barro,como da Rua Bom Pastor.
O passeio vale a pena.
Para quem é da época, saudades, para quem gosta de ônibus e de história, uma mina de ouro, para a criançada, uma diversão. Aliás, para ver como o passado tem vida: quando viajamos na jardineira, crianças de 5, 6, 7 anos, diziam coisas do tipo: “Andar de ônibus antigamente era legal” – falavam alegres, como se de alguma maneira tivessem vivido a época.
As jardineiras percorriam o Ipiranga, Mooca, Brás, Praça João Mendes até o centrão de São Paulo.
São mais de 70 anos de ônibus, muito bem preservados. Será que em 2079, se houver um Caio Mondego preservado, hoje um dos mais modernos, haverá um passeio assim? Que sensação ele deve passar?
SERVIÇO: Os passeios são feitos aos finais de semana, das 9h às 16h. A passagem é de 5 reais, para manter os veículos, o passeio pelas ruas do Ipiranga (que se transforma do Ypiranga) e do Sacomã dura cerce de 25 minutos. Apesar de parar no Museu do Ipiranga e em outros pontos, o embarque só é possível na Rua Huet Bacelar, 407 – Ipiranga, em frente ao Aquário de São Paulo.
Adamo Bazani, é busólogo, repórter da CBN e um jovem saudosista.

Notícias

Ônibus da Brasil Sul transporta dupla sertaneja Evandro e Agnaldo

5, julho, 2009

Por Tadeu Carnevalli

Paradiso G6 1350 da Brasil Sul com adesivos da dupla sertaneja Evandro e Agnaldo.

Paradiso G6 1350 da Brasil Sul com adesivos da dupla sertaneja Evandro e Agnaldo.

Foi fotografado em Cornélio Procópio – PR, cidade de origem da dupla sertaneja Evandro e Agnaldo, o carro 1530 da empresa londrinense Brasil Sul adesivado na região superior do pára-brisa e nos vidros laterais com os adesivos da dupla.

O ônibus é um Marcopolo Paradiso G6 1350 com chassi Mercedes-Benz O-400RSD e faz parte da primeira série de ônibus com carroceria Marcopolo adquirida pela empresa, no ano de 2001.

Imagens

Ônibus da Brasil Sul utilizado pela dupla Evandro e Agnaldo.

Ônibus da Brasil Sul utilizado pela dupla Evandro e Agnaldo.

Ônibus da Brasil Sul utilizado pela dupla Evandro e Agnaldo.

Ônibus da Brasil Sul utilizado pela dupla Evandro e Agnaldo.

Traseira do Paradiso G6 1350 da Brasil Sul com adesivos da dupla Evandro e Agnaldo.

Traseira do Paradiso G6 1350 da Brasil Sul com adesivos da dupla Evandro e Agnaldo.

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Ônibus novo da Brasil Sul é fotografado chegando da Marcopolo em Londrina

5, julho, 2009

Por Tadeu Carnevalli

Novo Brasil Sul - Veja aqui a foto em tamanho maior

Novo Brasil Sul - Veja aqui a foto em tamanho maior

Foi flagrado ontem (4/7/2009) próximo ao terminal rodoviário de Londrina (PR), um novo ônibus da empresa londrinense Brasil Sul, chegando da fábrica da Marcopolo, ainda com plástico nos bancos e sem os vidros com película escura.

O veículo pertence à nova série 23xx da Brasil Sul, no entanto, aparenta ter características semelhantes aos modelos da série anteriormente adquirida pela empresa, com carroceria Marcopolo Paradiso G6 1550 LD, chassi Mercedes-Benz O-500RSD e ar condicionado Hispacold.

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Descubra facilmente o estado de origem de qualquer placa de automóvel brasileiro

3, julho, 2009

Está no ar uma novidade no Ônibus Brasil.

No endereço http://placas.onibusbrasil.com/ é possível encontrar um pequeno sistema que permite descobrir o estado do primeiro emplacamento de qualquer veículo brasileiro, bastando apenas digitar as letras e números da sua placa.

Veja abaixo a tabela na qual o sistema é baseado e entenda como funciona a distribuição dos intervalos de letras e números entre os estados do país. Alguns estados já possuem mais que um intervalo, como é o caso do estado de Goiás, que já recebeu dois intervalos além do primeiro, encontrando-se atualmente na terceira seqüência de placas.

Conhecer a origem do primeiro emplacamento é interessante, pois possibilita até mesmo descobrir possíveis fraudes na documentação do veículo, caso a origem da placa não esteja de acordo com o estado em que houve o primeiro emplacamento.

Vale lembrar que esta regra é válida apenas para as placas no padrão atual, em que há três letras e quatro números, totalizando sete caracteres.

Acesse o nosso sistema e descubra o estado do primeiro emplacamento de qualquer veículo rapidamente!

Combinações de cada estado para o primeiro emplacamento
AAA 0001 a BEZ 9999 – Paraná BFA 0001 a GKI 9999 – São Paulo GKJ 0001 a HOK 9999 – Minas Gerais
HOL 0001 a HQE 9999 - Maranhão HQF 0001 a HTW 9999 - Mato Grosso do Sul HTX 0001 a HZA 9999 - Ceará
HZB 0001 a IAP 9999 - Sergipe IAQ 0001 a JDO 9999 - Rio Grande do Sul JDP 0001 a JKR 9999 - Distrito Federal
JKS 0001 a JSZ 9999 - Bahia JTA 0001 a JWE 9999 - Pará JWF 0001 a JXY 9999 - Amazonas
JXZ 0001 a KAU 9999 - Mato Grosso KAV 0001 a KFC 9999 - Goiás KFD 0001 a KME 9999 - Pernambuco
KMF 0001 a LVE 9999 - Rio de Janeiro LVF 0001 a LWQ 9999 – Piauí LWR 0001 a MMM 9999 - Santa Catarina
MMN 0001 a MOW 9999 - Paraíba MOX 0001 a MTZ 9999 - Espírito Santo MUA 0001 a MVK 9999 - Alagoas
MVL 0001 a MXG 9999 - Tocantins MXH 0001 a MZM 9999 - Rio Grande do Norte MZN 0001 a NAG 9999 - Acre
NAH 0001 a NBA 9999 - Roraima NBB 0001 a NEH 9999 - Rondônia NEI 0001 a NFB 9999 - Amapá
NFC 0001 a NGZ 9999 - Goiás 2ª seqüência NHA 0001 a NHT 9999 - Maranhão 2ª seqüência NHU 0001 a NIX 9999 - Piauí 2ª seqüência
NIY 0001 a NJW 9999 - Mato Grosso  2ª seqüência NJX 0001 a NLU 9999 - Goiás  3ª seqüência NLV 0001 a NMN 9999 - Alagoas 2ª seqüência
NMO 0001 a NNI 9999 - Maranhão 3ª seqüência NNJ 0001 a NNS 9999 - Rio Grande do Norte 2ª seqüência NNT 0001 a NOH 9999 - Não definidas
NOI 0001 a NPB 9999 - Amazonas 2ª seqüência NPC 0001 a NPQ 9999 - Mato Grosso 3ª seqüência NPR 0001 a NQK 9999 – Não definidas
NQL 0001 a NRC 9999 - Ceará 2ª seqüência NRD 0001 a ZZZ 9999 - Não definidas O número 0000 não é empregado em nenhuma placa

Fonte: Reportagem publicada na seção de carros do G1

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